Avaliação da deposição da calda de pulverização em função da vazão e do tipo de bico hidráulico na cultura da soja - DOI: 10.4025/actasciagron.v30i2.1789

Laércio Boschini, Robinson Luiz Contiero, Eurides Kuster Macedo Junior, Vandeir Francisco Guimarães

Resumo


O experimento foi conduzido no município de Cascavel, Estado do Paraná, com a cultivar de soja CD 202, com o objetivo de avaliar a quantidade de calda depositada nas folhas da soja. Foram coletadas amostras, contendo 15 folhas por parcela, em cinco plantas, em diferentes extratos, sendo uma folha do extrato inferior; uma, do mediano, e uma, do superior, com a finalidade de avaliar a deposição da calda de pulverização em função da vazão e do tipo de bico. Os tratamentos foram constituídos por quatro bicos de pulverização (leque simples, duplo leque, duplo leque com injeção de ar e cone vazio) e três volumes de calda (100, 200 e 300 L há-1). O volume de calda que apresentou maiores deposições, nos diferentes extratos das plantas de soja, foi o de 300 L há-1; o bico de pulverização que apresentou maiores deposições, no extrato superior das plantas, foi o bico de jato plano duplo; e para os extratos mediano e inferior, o bico de jato cone vazio. As deposições ocorridas nos terços mediano e inferior das plantas de soja foram significativamente inferiores às obtidas no terço superior, independentemente do bico e da vazão utilizada; para maiores deposições, no terço superior das plantas de soja, a melhor combinação é utilizar bicos de jato plano duplo, com volumes de calda de 300 L ha-1; para maiores deposições no terço mediano e inferior das plantas de soja, a melhor combinação é utilizar bicos de jato cônico, com volumes de calda de 200 ou 300 L ha-1

Palavras-chave


tecnologia aplicação; pontas; bicos; volume; traçadores

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actasciagron.v30i2.1789

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