Efeito da idade de estocagem em tanques externos no desempenho da larvicultura do dourado Salminus brasiliensis (Osteichthyes, Characidae) - DOI: 10.4025/actascianimsci.v27i2.1252

Monica Giacometti Mai, Evoy Zaniboni-Filho

Resumo


Com o objetivo de contribuir com o cultivo de dourado (Salminus brasiliensis), testaram-se quatro idades de transferência da larvicultura para tanques externos: logo após abertura da boca; 2, 4 e 6 dias depois dessa abertura. Também se avaliou a alimentação das larvas nos tanques externos. Na larvicultura, a sobrevivência foi semelhante nos diferentes tratamentos, com valores médios de 63,6±15,5%. Já na alevinagem, a sobrevivência e a biomassa dos tratamentos com 4 e 6 dias de larvicultura intensiva foram semelhantes, porém, maiores do que a dos demais tratamentos. Observou-se a preferência alimentar das larvas para o consumo de cladóceros em relação aos demais grupos zooplanctônicos, independentemente da idade de estocagem nos tanques externos e do tamanho dos alevinos. Assim, concluiu-se que a estocagem das larvas de dourado em tanques externos deve ser realizada após um período mínimo de quatro dias de larvicultura intensiva em condições controladas

Palavras-chave


Salminus brasiliensis; larvicultura de peixes; idade de estocagem

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascianimsci.v27i2.1252



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