Farelo de canola para juvenis de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus), linhagem Chitralada - DOI: 10.4025/actascianimsci.v26i1.1896

Juliane Renata Gaiotto, Elisabete Maria Macedo-Viegas, Thiago Romano Fernandes

Resumo


Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da inclusão de diferentes níveis de farelo de canola em rações, sobre o desempenho e composição de carcaça de juvenis de tilápia do Nilo (Oreochromis niloticus L.), linhagem Chitralada. Foram utilizadas 15 caixas de polipropileno com capacidade para 310L, com dez peixes por unidade. Os peixes foram alimentados à saciação com cinco rações isoprotéicas (28%) e isocalóricas (2900 Kcal ED/Kg), duas vezes ao dia, durante seis meses. O farelo de canola foi utilizado em quatro níveis (TT=0%, T1=8%, T2=16%, T3=24%, e T4=32%/dieta), em um delineamento inteiramente casualizado com cinco tratamentos e três repetições. Os valores obtidos foram submetidos à análise de variância (ANOVA) e as médias comparadas pelo teste de Tukey (p<0,1). Ocorreram diferenças (p<0,1) para ganho de peso e taxa de crescimento específico e para o índice porcentagem de proteína no ganho de peso entre T4 e os demais tratamentos. Os tratamentos não tiveram efeito (p>0,1) sobre a composição corporal dos peixes, sendo que os níveis de 16% e 24% de farelo de canola proporcionaram os melhores ganhos de peso. Conclui-se que a utilização do farelo de canola é viável quando incluído em até 24% na ração para a tilápia do Nilo, linhagem Chitralada.

Palavras-chave


Oreochromis niloticus; desempenho produtivo; farelo de canola; fonte protéica

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascianimsci.v26i1.1896





ISSN 1806-2636 (impresso) e ISSN 1807-8672 (on-line) e-mail: actaanim@uem.br

 

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