Degradabilidade in situ da matéria seca e da proteína bruta do farelo de arroz, farelo de trigo, grão de milho e grão de aveia - DOI: 10.4025/actascianimsci.v29i2.224

Autores

  • Ivone Yurika Mizubuti UEL
  • Fernanda Barros Moreira UEL
  • Edson Luis de Azambuja Ribeiro UEL
  • Elzânia Sales Pereira UFC
  • Marco Antônio da Rocha UEL
  • Mauro de Freitas Silva Filho UEL

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascianimsci.v29i2.224

Palavras-chave:

bovinos, concentrado, desaparecimento ruminal, rúmen, taxa de degradação

Resumo

O objetivo deste trabalho foi determinar a degradabilidade ruminal da matéria seca (MS) e da proteína bruta (PB) do milho em grão (MG), aveia em grão (AG), farelo de trigo (FT) e farelo de arroz (FA). Foi utilizada a técnica ,in situ, com sacos de náilon, sendo avaliados os tempos 0, 3, 6 12, 18, 24, 48 e 72 horas de permanência no rúmen, utilizandose quatro bovinos adultos, em um delineamento em quadrado latino 4 x 4. A matéria seca da AG apresentou maior fração solúvel (36,58%), maior taxa de degradação (12,95% h-1) e maior degradabilidade efetiva (DE) (79,28%). O FA apresentou menor fração potencialmente degradável (b) (29,24%) e menor DE da MS (49,16%). O MG apresentou maior fração solúvel da PB (56,88%). A AG apresentou maior taxa de degradação da fração b da PB (11,05%). O FT apresentou maior DE da PB (77,38%) e o FA apresentou menor DE da PB (66,65%).

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Publicado

2007-11-13

Edição

Seção

Nutrição de Ruminantes

Como Citar

Degradabilidade in situ da matéria seca e da proteína bruta do farelo de arroz, farelo de trigo, grão de milho e grão de aveia - DOI: 10.4025/actascianimsci.v29i2.224. (2007). Acta Scientiarum. Animal Sciences, 29(2), 187-193. https://doi.org/10.4025/actascianimsci.v29i2.224