Utilização de diferentes dietas na primeira alimentação do mandi-amarelo (Pimelodus maculatus, Lacépéde)

Ronald Kennedy Luz, Evoy Zaniboni-Filho

Resumo


Um dos maiores problemas enfrentados na larvicultura de espécies nativas está relacionado à primeira alimentação e à ocorrência de canibalismo para algumas espécies desde o início da vida. Este experimento teve como objetivo avaliar diferentes dietas na primeira alimentação do Pimelodus maculatus. As pós-larvas foram estocadas a uma densidade de 15 pós-larvas/L, em cubas de três litros com sistema de aeração contínua. Os tratamentos utilizados foram: alimentação composta de zooplâncton silvestre nas proporções de 300 organismos/pós-larva/dia (T1); 600 organismos/pós-larva/dia (T2); 900 organismos/pós-larva/dia (T3); 9 náuplios de Artemia/pós-larva/dia (T4); e ração granulada entre 150 e 250 µm (> 50% PB) (T5). Ao final de cinco dias de experimento, o tratamento com Artemia apresentou os maiores valores de sobrevivência (39,3%), menores taxas de canibalismo (28,2%) e maiores valores de peso e comprimento final (P < 0,05), mostrando ser o melhor manejo para alimentação do Pimelodus maculatus nos primeiros dias de vida

Palavras-chave


alimentação inicial; mandi-amarelo; Pimelodus maculatus; pós-larva de peixes

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascibiolsci.v23i0.2704



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