<b>Ação de Micoflora de efluentes agroindustriais sobre diferentes corantes e substratos lignocelulósicos</b> - doi: 10.4025/actascibiolsci.v33i4.6187

  • Natalino Perovano Filho UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA
  • Kelly Fernanda Seára da Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA
  • Ana Maria Queijeiro López UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA
Palavras-chave: degradação biológica, fenoloxidases, bagaço de cana, serragem de madeira, Azul de Metileno, Cladosporium

Resumo

Enzimas extracelulares de fungos são importantes para sua sobrevivência em ambientes inóspitos, sendo capazes de degradar compostos recalcitrantes. Fungos filamentosos secretam hidrolases e fenoloxidases capazes de degradar complexos de estruturas aromáticas, como de alguns xenobióticos. O propósito deste trabalho foi testar diferentes corantes (Azul de Metileno, Azure B, Verde Malaquita e Cristal Violeta), em substituição ao composto Poly R478, no método de seleção de microrganismos degradadores de fenóis em meio sólido, além de comparar tal atividade de Micoflora isolada de efluentes de indústria sucroalcooleira com a de outros fungos adquiridos em coleção oficial. Os corantes testados revelaram-se ótimos substitutos do Poly R478. O isolado que apresentou atividade descolorante mais intenso do que a do diâmetro de seu crescimento (Cladosporium sp.) foi testado, então, em meio líquido frente a dois substratos naturais e um sintético (bagaço de cana, serragem de madeira e azul de metileno). Este removeu altas concentrações de glicídios redutores, proteínas e fenóis totais, além de reduzir a DQO em meio com serragem de madeira como substrato fenólico natural. Tal fungo, portanto, mostrou-se promissor para compor consórcios visando cometabolismo e biorremediação de efluentes nos quais há presença de compostos fenólicos ou outros recalcitrantes com estrutura semelhante à de lignina.

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Biografia do Autor

Natalino Perovano Filho, UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA
LSC em Química (UFAL-IQB), MSC em Ciencias com área de concentração em Biotecnologia, Químico (consultor) da S.A. Usina Coruripe Açúcar e Álcool
Kelly Fernanda Seára da Silva, UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA
LSC em Biologia (UFAL), MSC em Ciencias com área de concentração em Biotecnologia, Bióloga (consultora) da S.A. Usina Coruripe Açúcar e Álcool
Ana Maria Queijeiro López, UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS, INSTITUTO DE QUÍMICA E BIOTECNOLOGIA
MSc em Microbiologia Aplicada (UNESP_RC), Dra. em Bioquímica e Fitopatologia Molecular (University of Bristol), Profa. Bioquímica do Instituto de Química e Biotecnologia da Universidade Federal de Alagoas, Coordenadora do Lab. de Bioquímica do Parasitismo e Microbiologia Ambiental.
Publicado
2011-07-26
Como Citar
Perovano Filho, N., Silva, K. F. S. da, & López, A. M. Q. (2011). <b>Ação de Micoflora de efluentes agroindustriais sobre diferentes corantes e substratos lignocelulósicos</b&gt; - doi: 10.4025/actascibiolsci.v33i4.6187. Acta Scientiarum. Biological Sciences, 33(4), 427-435. https://doi.org/10.4025/actascibiolsci.v33i4.6187
Seção
Micologia

 

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