Os três maiores “equívocos” na Teoria da Relatividade de Einstein

Roberto A. Monti

Resumo


É chegado o momento de esclarecer os três maiores “equívocos” comumente ensinados nas escolas e universidades em todo o mundo: 1. Os experimentos de Michelson-Morley-Miller nunca deram um “resultado nulo”, contrariamente ao que é estabelecido na maioria dos livros-textos de física. 2. Os resultados experimentais do eclipse solar de 1919 nunca “provaram” a teoria da Relatividade (Geral) de Einstein. A “diferença” entre a deflexão Newtoniana e a Einsteiniana de um feixe de luz nunca foram “confirmadas” após 1919. Pelo contrário, em 1960, resultados experimentais obtidos por Pound e Rebka mostraram que a energia (ou massa) da luz está sujeita à gravitação Newtoniana da mesma forma que a matéria comum. 3. O “Big Bang” nunca ocorreu. Evidências experimentais mostram que Hubble e Nernst provaram claramente que o Universo não está se expandindo. Este resultado tem sido sempre confirmado por dados astrofísicos e pela física elementar.

Palavras-chave


Teoria da Relatividade; velocidade da luz; experimentos de interferometria; condutividade elétrica do éter; radiação cósmica de fundo; desvios para o vermelho

Texto completo:

PDF (baixado


DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascitechnol.v21i0.3023





ISSN 1806-2563 (impresso) e ISSN 1807-8664 (on-line) e-mail: actatech@uem.br

  

Resultado de imagem para CC BY