CAMPOS DE ALTITUDE, CAMPOS RUPESTRES E APLICAÇÃO DA LEI DA MATA ATLÂNTICA: ESTUDO PROSPECTIVO PARA O ESTADO DE MINAS GERAIS

Vitor Vieira Vasconcelos

Resumo


Apresenta-se uma discussão sobre a identificação, delimitação, caracterização e proteção legal dos ambientes campestres em altitude, rupestres e não-rupestres. Em especial, afere-se a aplicação do arcabouço normativo da Lei Federal no 11.428, de 2006, (Lei da Mata Atlântica) a esses ambientes. São realizados mapeamentos prospectivos para o Estado de Minas Gerais e para o Quadrilátero Ferrífero, avaliando as tipologias vegetacionais campestres, as estratificações de altitude e a geodiversidade que dá suporte esses ecossistemas. Com base nesses estudos de caso, discute-se a potencial eficácia dos instrumentos de proteção e os fundamentos biogeográficos que interligam biodiversidade ao contexto normativo e social. 


Palavras-chave


Campos de altitude. Campos rupestres. Lei da Mata Atlântica. Biogeografia.

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/bolgeogr.v32i2.18624



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