Comunicação na unidade de tratamento intensivo, importância e limites – visão da enfermagem e familiares - DOI: 10.4025/cienccuidsaude.v8i4.9667

Ceci Cristilde Schneider, Valquíria de Lourdes Machado Bielemann, Afra Suelene de Sousa, Lenice de Castro Muniz de Quadros, Luciane de Prado Kantorski

Resumo


O estudo identifica a comunicação estabelecida pela equipe de enfermagem para desenvolver o relacionamento interpessoal com pacientes de Unidade de Tratamento Intensivo e seus familiares e detecta como esse grupo percebe esta questão. É uma pesquisa qualitativa, realizada com quatro integrantes da equipe de enfermagem e dois familiares de pacientes internados em uma unidade de tratamento intensivo, totalizando seis participantes, em que foram utilizadas entrevista semiestruturada e observação. As informações foram agrupadas e analisadas em dois temas: 1)a importância da comunicação; e 2)os limites desta, na visão da enfermagem e da família. Evidenciou-se a valorização da comunicação nas relações interpessoais como forma de humanizar o cuidado, bem como a existência de déficit e falta de autonomia da equipe de enfermagem para a prestação de informações. Desvela-se a importância do agir comunicativo entre familiares, pacientes e equipe de enfermagem, visto que esse agir contribui para a prestação de um cuidado mais humanizado ante a fragilização dos envolvidos com a doença. Concluiu-se que a comunicação representa a base de sustentação das ações de enfermagem para qualificar o cuidado do paciente e dos familiares.

Palavras-chave


Comunicação; Pacientes; Relações profissional-família; Equipe de enfermagem; Unidades de Terapia Intensiva.

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/cienccuidsaude.v8i4.9667



ISSN 1677-3861 (impresso) e ISSN 1984-7513 (on-line)

 

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