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A mulher proletária e o desenvolvimento da individualidade para-si no romance “Mãe” de Máximo Gorki

Marilsa Miranda de Souza

Resumo


O artigo trata de análise do romance Mãe de Máximo Gorki a partir da categoria marxista Individualidade para-si aplicada por Duarte (1993). A individualidade para-si é entendida como uma concepção histórico-social da individualidade humana que se fundamenta na relação objetivação/apropriação e entre alienação/humanização que coloca o ser humano como um constante “vir a ser”, como síntese do particular e das objetivações genéricas para-si construídas nas relações sociais de produção. A análise centra-se no desenvolvimento da individualidade da mulher proletária, principal personagem do romance, forjada na luta revolucionaria dos socialistas russos no inicio do século XX.

Palavras-chave


Objetivação; apropriação; alienação; humanização; opressão feminina – socialismo

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