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Naqoyqatsi entre liberdade e necessidade: uma análise temática e modal

Riccardo Migliore

Resumo


A proposta deste artigo refere-se à análise de conteúdo do filme documental Nagoyqatsi (2002), na qual inevitavelmente, é preciso abordar também questões estéticas peculiares da linguagem cinematográfica, com ênfase em noções e conceitos próprios da teoria do documentário. Algumas questões norteadoras podem auxiliar neste ofício, entre as quais: o quê o realizador Geoffrey Reggio quer comunicar com esta obra não-ficcional? Qual o tema do filme? Quais os subtemas? Qual a relação entre as partes? Qual a relação entre a música de Philip Glass e as imagens? E principalmente, qual conceito subjacente ocupa uma posição central para o entendimento deste que pode ser considerado um poema audiovisual? E ainda, qual a justificativa quanto ao uso constante de computação gráfica e efeitos especiais? Qual sua relação com a temática do filme? Nestes termos, é útil começar com uma reflexão sobre o título, que em língua Hopi significa “a vida como uma guerra” e por meio das questões acima, procura-se entender qual o conflito aqui considerado, sendo que é nele que encontra-se a chave para a compreensão desta obra monumental, a qual de fato é muito mais do que um amontoado de imagens temperadas com efeitos digitais.


Palavras-chave


Cinema; Documentário; Narrativa; Estética

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