Nota de esclarecimento.

Quinta-feira, 11/10/2018 ocorreu um problema no sistema de periódicos da UEM. Em virtude disso, foi necessário restaurar um backup de 10/10/2018, quarta-feira 08h00.

Assim, solicitamos aos editores que revejam as atividades deste dia, pois elas foram perdidas e devem ser refeitas. Antecipadamente pedimos desculpas pelos transtornos, mas o problema foi alheio as nossas atividades.

Imagem para capa

Ditos e interditos: violência sexual, aborto e estigma em uma instituição de saúde pública

Maynara Costa

Resumo


O Código Penal Brasileiro existem permissibilidades para a realização de alguns procedimentos de abortamento, o chamado aborto legal. Nos casos de violência sexual, é assegurado o direito da mulher em optar por interromper a gestação. Mesmo que essa chamada permissão esteja garantida por lei e ratificada em normas ministeriais, ainda encontra-se morosidade em seu procedimento, uma vez que o profissional de saúde pode, em virtude das suas crenças morais ou religiosas, éticas ou/e filosóficas, optar pela “objeção de consciência”; essa escusa seria invocada a partir das representações desses sujeitos sobre o que seria o aborto legal. A partir desta realidade, o presente trabalho versou acerca de pesquisa em andamento dentro de uma maternidade de referência em procedimentos de abortamento legal na capital do Rio Grande do Norte. Buscou-se analisar as representações dos profissionais de saúde sobre as práticas de aborto legal, como também verificar como se organizam em torno da “objeção de consciência”; por meio de pesquisa qualitativa, com utilização de observação e entrevistas semiestruturadas. 


Palavras-chave


violência sexual; aborto legal; hospital/maternidade; profissionais de saúde; objeção de consciência.

Texto completo:

PDF (baixado




Direitos autorais 2018 Revista Espaço Acadêmico