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Existência evangélica e política do ressentimento: por uma crítica da sujeição religiosa

Alexandre Marques Cabral

Resumo


O presente artigo tem como intuito central promover uma crítica filosófica ao caráter ressentido da práxis política evangélica brasileira. Para tanto, buscamos promover uma tipologia do modo de ser hegemônico evangélico, por meio de uma análise de propostas das bancadas evangélicas e de narrativas outras que consolidam traços existenciais preponderantes do modo de ser evangélico. Nesse sentido, o caráter ressentido da política evangélica é um desdobramento de um tipo existencial religioso, que almeja a automanutenção através da anulação do direito de ser de diversas alteridades.

Palavras-chave


ressentimento evangélico; filosofia da religião; política evangélica.

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