A teologia pentecostal das Assembleias de Deus e o paradigma do pluralismo religioso

Autores

  • Adriano Sousa Lima FABAPAR - Faculdade Teológica Batista do Paraná; UNINTER - Centro Universitário Internacional; FCC - Faculdade Cristã de Curitiba Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v11i32.39318

Palavras-chave:

Teologia Pentecostal, Pluralismo Religioso, Diálogo.

Resumo

O presente artigo reflete sobre a possibilidade do diálogo entre a teologia pentecostal e o paradigma do pluralismo religioso, proposto pelo teólogo católico francês Claude Geffré, como o novo paradigma da teologia do século XXI. Ao longo dos anos, a teologia cristã foi produzida desde as perspectivas do exclusivismo, inclusivismo e do pluralismo. A teologia pentecostal das Assembleias de Deus, desde os anos iniciais foi produzida, sobretudo, a partir do exclusivismo. Contudo, com as profundas transformações pelas quais a sociedade brasileira está passando e, consequentemente, a teologia cristã brasileira, há de se indagar sobre a possibilidade dos pentecostais assembleianos dialogarem com a teologia do pluralismo religioso. A partir de uma referência bibliográfica, o autor (que fala desde o locus assembleiano) apresenta novas perspectivas no diálogo entre a teologia pentecostal e a teologia do pluralismo religioso e, conclui que, dentro da perspectiva da fé, sem negociar a identidade cristã, a teologia pentecostal já vem afirmando de forma positiva o diálogo com pessoas de outras tradições religiosas. 

Biografia do Autor

  • Adriano Sousa Lima, FABAPAR - Faculdade Teológica Batista do Paraná; UNINTER - Centro Universitário Internacional; FCC - Faculdade Cristã de Curitiba
    Doutor em Teologia, pela PUCPR, sob a orientação do Dr. Clodovis Boff; Mestre em Teologia, pela PUCRS, sob a orientação do Dr. Luis Carlos Susin; graduado em Teologia, pela FAECAD.

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Publicado

2018-09-01

Como Citar

A teologia pentecostal das Assembleias de Deus e o paradigma do pluralismo religioso. (2018). Revista Brasileira De História Das Religiões, 11(32), 251-276. https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v11i32.39318