Resposta da soja (Glycine max (L.) Merrill) à ação de bioestimulante - DOI: 10.4025/actasciagron.v28i2.1032

Autores

  • Celestina Alflen Klahold UNIOESTE Autor
  • Vandeir Francisco Guimarães UNIOESTE Autor
  • Márcia de Moraes Echer UNIOESTE Autor
  • Adolfo Klahold UNIOESTE Autor
  • Robinson Luis Contiero UNIOESTE Autor
  • Andréia Becker UNIOESTE Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/actasciagron.v28i2.1032

Palavras-chave:

reguladores vegetais, massa seca, área foliar, produção

Resumo

Objetivando verificar o efeito do bioestimulante, Stimulate®, aplicado via semente e pulverização foliar, na cultura da soja, conduziu-se um experimento sob ambiente protegido, em vasos. O delineamento foi de blocos casualizados, com 4 repetições. Os tratamentos constaram da combinação de doses de bioestimulate, aplicadas via semente (0, 3 e 5 mL kg-1 de sementes) na semeadura e via foliar (0,0; 0,075; 0,150 e 0,225 mL L-1), aos 58 dias após a emergência (DAE). Realizaram-se coletas de plantas aos 73 e 129 DAE. Para algumas das variáveis estudadas, nas doses utilizadas, houve efeito negativo na resposta à aplicação de bioestimulante, para algumas doses testadas. Respostas positivas foram verificadas para massa seca de flores, raízes, razão raiz/parte aérea, número de flores, vagens e grãos e produção por planta. Destacaram-se positivamente os tratamentos: 0,0 mL 0,5 kg-1 (AS) + 0,150 mL L-1 (APF); 3,0 mL 0,5 kg-1 (AS) + 0,0 mL L-1 (APF); 3,0 mL 0,5 kg-1 (AS) + 0,225 mL L-1 (APF) e 5,0 mL 0,5 kg-1 (AS) + 0,075 mL L-1 (APF).

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Biografia do Autor

  • Vandeir Francisco Guimarães, UNIOESTE
    Vandeir Francisco Guimarães, possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1995), mestrado em Fitotecnia, Ãrea de Concentração Fisiologia da Produção, pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (1998), doutorado em Agronomia (Ãrea de Concentração Agricultura) pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, FCA/UNESP (2001) e pós-doutorado em Botânica, na Ãrea de Fisiologia Vegetal pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, UNESP (2002). Atualmente é professor adjunto nível b, RT-40, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE). Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Fisiologia de Plantas Cultivadas e Manejo e Tratos Culturais, atuando principalmente nos seguintes temas: Utilização de reguladores vegetais em plantas hortícolas, frutíferas e culturas anuais; Análise de crescimento e desenvolvimento vegetal; Fisiologia da germinação; Fisologia do estresse hídrico (mecanismos de tolerância à seca), nutrição mineral de plantas; cultura de tecidos vegetais; manejo e tratos culturais e fisiologia do da produção Currículo Lattes

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Publicado

2008-03-13

Edição

Seção

Produção Vegetal

Como Citar

Resposta da soja (Glycine max (L.) Merrill) à ação de bioestimulante - DOI: 10.4025/actasciagron.v28i2.1032. (2008). Acta Scientiarum. Agronomy, 28(2), 179-185. https://doi.org/10.4025/actasciagron.v28i2.1032

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