Desenvolvimento de microrganismos durante a utilização de silagens de grãos úmidos de milho e de espigas de milho sem brácteas

Autores

  • Clóves Cabreira Jobim UEM
  • Ricardo Andrade Reis UNESP
  • Ruben Pablo Schoken-Iturrino UNESP
  • Beneval Rosa UFG

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascianimsci.v21i0.4348

Palavras-chave:

ácidos orgânicos, microrganismos, silagem de grãos, silagem de espigas

Resumo

O experimento teve como objetivo avaliar o desenvolvimento de microrganismos nas silagens de grãos úmidos e de espigas de milho sem brácteas, durante o período de descarregamento dos silos. Os tratamentos constaram de dois tipos de silagem (silagem de grãos úmidos e silagem de espigas de milho sem brácteas) e quatro períodos de amostragens após o início de descarregamento dos silos (0, 2, 4 e 6 dias), arranjados em esquema fatorial, num delineamento inteiramente casualizado com três repetições. Os resultados mostraram pequeno desenvolvimento de clostrídeos e dominância das bactérias ácido-láticas heterofermentativas. Observou-se, também, que a silagem de espigas de milho favoreceu o desenvolvimento de fungos, leveduras e enterobactérias, após a abertura dos silos, em relação à silagem de grãos. Com relação à formação de ácidos orgânicos, não se constataram diferenças entre as silagens avaliadas. O rápido desenvolvimento de microrganismos caracterizou a silagem de grãos úmidos e a silagem de espigas de milho como sujeitas à rápida deterioração superficial, no entanto, a alta densidade alcançada com esse material impede a deterioração nas camadas mais profundas do silo.

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Biografia do Autor

  • Clóves Cabreira Jobim, UEM
    Possui graduação em Zootecnia pela Universidade Federal de Santa Maria (1983), mestrado em Zootecnia pela Universidade Federal de Santa Maria (1986) e doutorado em Zootecnia pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (1996). Realizou estágio pós-doc no Institut de la Recherche Agronomique-INRA, França. Atualmente é vice-presidente da Sociedade Brasileira de Zootecnia e professor associado do Departamento de Zootencia da Universidade Estadual de Maringá. Tem experiência na área de Zootecnia, com ênfase em Avaliação, Produção e Conservação de Forragens, atuando principalmente nos seguintes temas: silagem, feno, pastagens, zootecnia e pastagem. Currículo Lattes

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Publicado

2008-07-14

Edição

Seção

Zootecnia

Como Citar

Jobim, C. C., Reis, R. A., Schoken-Iturrino, R. P., & Rosa, B. (2008). Desenvolvimento de microrganismos durante a utilização de silagens de grãos úmidos de milho e de espigas de milho sem brácteas. Acta Scientiarum. Animal Sciences, 21, 671-676. https://doi.org/10.4025/actascianimsci.v21i0.4348