Avaliação dos níveis de clorofila em folhas de tomateiro da cultivar Santa Clara, do mutante ‘firme’ e do híbrido F1 - DOI: 10.4025/actascibiolsci.v25i1.2110

Autores

  • Adilson Ricken Schuelter Universidade Paranaense Autor
  • Fernando Luiz Finger UFV Autor
  • Vicente Wagner Dias Casali UFV Autor
  • Dany Silvio Souza Leite Amaral UFV Autor
  • Aldo Shimoya UFV Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascibiolsci.v25i1.2110

Palavras-chave:

Lycopersicon esculentum, mutante ‘firme’, degradação de clorofila

Resumo

Recentemente, na região produtora de hortaliças de Viçosa, Estado de Minas Gerais, foram identificadas plantas de tomate da cultivar Santa Clara, Lycopersicum esculentum (Solanaceae), que se mostraram potencialmente úteis em programas de melhoramento que visem aumentar a vida de prateleira de frutos. No entanto, essas plantas promissoras, denominadas de ‘mutante firme’, apresentam senescência foliar precoce e redução do tamanho médio dos frutos, quando o gene se encontra no estado homozigótico recessivo, sendo visualmente normal quando no estado heterozigótico. Assim o objetivo do presente trabalho foi avaliar os níveis de pigmentos foliares em diferentes posições da planta e em diferentes tempos de cultivo, pelos métodos descritos por Lichtenthaler (1987) e pelo índice SPAD (Soil Plant Analylitical Division Value), para verificar a ocorrência ou não de comportamento diferencial de indivíduos heterozigotos em relação aos progenitores Santa Clara e ao mutante ‘firme’. Para isso, foram realizados dois experimentos, empregando-se plantas cultivadas em vasos, submetidas a condições de casa-de-vegetação e arranjadas em delineamento inteiramente casualizado. Os resultados das análises, pelo método de Lichtenthaler (1987) mostraram que a clorofila e os pigmentos carotenóides são degradados mais precocemente no mutante ‘firme’ em relação à cultivar Santa Clara. Além do que, pelo índice SPAD observou-se que os indivíduos, portando a mutação no estado heterozigótico, e os da cultivar Santa Clara apresentaram taxas similares de degradação de clorofila em relação ao tempo de cultivo. Com isso, pode-se concluir que a mutação no estado heterozigótico, em cruzamento com Santa Clara, tem seus efeitos restaurados para esses caracteres bioquímicos

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Biografia do Autor

  • Adilson Ricken Schuelter, Universidade Paranaense
    possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Santa Catarina (1992), mestrado e doutorado em Genética e Melhoramento pela Universidade Federal de Viçosa (1993-1999). Atualmente é pesquisador da Empresa Du Pont/Divisão Pioneer Sementes; docente do Programa de Mestrado em Biotecnologia Aplicada à Agricultura da Universidade Paranaense; e co-orientador de estudantes vinculados aos programas de pós-graduação em Agronomia da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, e de Genética e Melhoramento da Universidade Estadual de Maringá e da Universidade Federal de Viçosa. Atua como consultor ad-hoc de artigos em revistas científicas e de projetos em agências de fomento. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Genética e Melhoramento Vegetal, atuando principalmente nos seguintes temas: genética de hortaliças (tomate, pimenta e cubiu); melhoramento de milho; biotecnologia vegetal (marcadores moleculares e cultura de tecidos) Currículo Lattes

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Publicado

2008-04-18

Edição

Seção

Ciências Biológicas

Como Citar

Avaliação dos níveis de clorofila em folhas de tomateiro da cultivar Santa Clara, do mutante ‘firme’ e do híbrido F1 - DOI: 10.4025/actascibiolsci.v25i1.2110. (2008). Acta Scientiarum. Biological Sciences, 25(1), 183-187. https://doi.org/10.4025/actascibiolsci.v25i1.2110

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