https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/issue/feedArquivos do Mudi2026-05-05T14:34:31+00:00Sonia Maria Marques Gomes Bertolinismmgbertolini@uem.brOpen Journal Systems<h2 style="text-align: justify;">Arquivos do Mudi</h2> <p>Arquivos do MUDI (<strong>ISSN 1980-959X</strong>) é uma revista científica que tem como foco e escopo divulgar pesquisas da área da saúde, com interfaces interdisciplinares com outras áreas do conhecimento como as áreas biológicas e do ensino. A revista publica artigos inéditos e artigos de revisão. Adota em seu processo editorial o sistema de avaliação por pares duplo cego. A revista publica artigos em português, inglês ou espanhol e sua periodicidade é trimestral.</p>https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/78170Análise da incidência de câncer por gênero em Belo Horizonte (2021-2025) usando ARIMA2026-05-05T14:34:31+00:00Celso Correia de Souzacsouza939@gmail.comJoão Bosco Arbués Carneiro Júniorjbacj@hotmail.comRaul Asseff Castelãoraulassefcastelao@gmail.comVictor Rocha Pires de Oliveiravrpiresoliveira@gmail.comGisela Maria Jorgino Crespogiselacrespo@icloud.comJuliana Maria Correia de Souza Vieirajulianamaria2002@hotmail.com<p><strong>Objetivo: </strong>este estudo objetivou analisar a incidência de câncer por gênero em Belo Horizonte entre 2021 e 2025, utilizando o modelo ARIMA para prever a evolução dos casos. <strong>Métodos</strong>: a análise foi baseada em dados históricos de 2000 a 2020 fornecidos pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA). <strong>Resultados:</strong> as correlações entre o aumento da população e os casos de câncer foram fortes: 0,93 para os homens e 0,95 para as mulheres. A correlação entre as incidências de câncer entre os gêneros foi de 0,98, indicando uma relação quase linear. Para aplicar o modelo ARIMA, foram calculados os parâmetros p, d e q, resultando em bons ajustes. O R² foi de 0,98 para a população, e de 0,86 e 0,82 para os gêneros masculino e feminino. <strong>Conclusão</strong>: as previsões indicam que, até 2025, a incidência de câncer continuará a crescer, evidenciando a eficácia do modelo e a necessidade de políticas públicas para prevenção e controle.</p>2026-04-29T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Arquivos do Mudihttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/77109Prática do encaminhamento de gestantes ao serviço pediátrico pelo serviço obstétrico2026-05-05T14:26:45+00:00Francini Viscondi Lopes e Mourafrancinivlm@gmail.comSabrina Viscondi Lopes e Mouramonte.santi@hotmail.comMarisa Afonso Andrade Brunherottimarisa.brunherotti@unifran.edu.br<p><strong>Introdução:</strong> A atenção pré-natal busca garantir a saúde materno-infantil, incluindo a Consulta Pediátrica Pré-natal no terceiro trimestre. No entanto, sua implementação enfrenta desafios relacionados ao conhecimento da população, à capacitação dos profissionais e fragilidade dos sistemas de referência e contrarreferência. <strong>Objetivo</strong>: Analisar a frequência e os motivos de encaminhamentos de gestantes dos serviços de obstetrícia para a pediatria no contexto da atenção pré-natal. <strong>Metodologia</strong>: Estudo descritivo com 25 profissionais de saúde, os dados foram coletados por meio de questionário estruturado e analisados pela escala Likert. <strong>Resultados</strong>: Dos 25 participantes, 64% (n.16) relataram realizar encaminhamentos, principalmente no terceiro trimestre gestacional. Os principais motivos referidos foram a detecção de agravos fetais e a necessidade de acompanhamento pediátrico de rotina. <strong>Conclusão</strong>: A prática de encaminhamentos ainda ocorre de forma não sistemática, o que compromete a integralidade do cuidado no SUS. Recomenda-se a capacitação dos profissionais e a inserção da Consulta Pediátrica Pré-natal na formação médica, visando à qualificação da atenção pré-natal e a redução da morbidade materno-infantil.</p>2026-04-29T19:04:21+00:00Copyright (c) 2026 Arquivos do Mudihttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/78849A Trajetória da Educação Inclusiva no Brasil: Análise do Arcabouço Legal e Conceitual2026-05-05T14:26:43+00:00Gladyston Augusto Robertogladystonroberto@gmail.com<p><strong>Introdução:</strong> a Educação Especial no Brasil evoluiu do modelo assistencialista para a inclusão escolar, sob forte influência político-económica nas últimas cinco décadas. <strong>Objetivo:</strong> analisar os marcos legais e históricos da Educação Especial na perspectiva inclusiva no Brasil, contextualizando a transição da segregação para a inclusão. <strong>Métodos:</strong> revisão documental e narrativa nas bases SciELO e Portal CAPES cruzando descritores de educação inclusiva e legislação. <strong>Resultados:</strong> marcos como a Constituição de 1988 e a Lei Brasileira de Inclusão (2015) garantiram o acesso à rede regular. No entanto, crises de financiamento e disputas ideológicas geram constantes tensões entre propostas segregacionistas e a inclusão radical. <strong>Conclusão:</strong> o arcabouço legal é robusto, mas a inclusão efetiva demanda investimentos contínuos e formação docente para superar o capacitismo.</p>2026-04-29T19:07:55+00:00Copyright (c) 2026 Arquivos do Mudihttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/81042Abordagem Peer Instruction no ensino de Microbiologia: olhar discente e docente da sequência didática2026-05-05T14:26:29+00:00Fernanda Bernardino de Mello Gromannfgromann@furb.brAna Clara Müllerana_muller@furb.brKeila Zaniboni Siqueira Batistakeila_siqueira@furb.br<p><strong>Objetivo:</strong> avaliar a aplicação da metodologia ativa Sala de Aula Invertida para o ensino de Microbiologia na graduação. <strong>Métodos:</strong> variação <em>Peer Instruction</em> sobre o tema <em>Leptospira</em> spp. e leptospirose. <strong>Resultados:</strong> considerando a importância da autonomia para a construção de saberes, o <em>Peer Instruction</em> mostrou-se bastante apropriado. A turma demonstrou conhecimento necessário do tema. Contudo, houve resistência inicial, o que pode ser explicado pelo fato de os métodos ativos exigirem comprometimento e disciplina, necessitando um período adaptativo. <strong>Conclusão: </strong>a aplicação da metodologia <em>Peer Instruction</em> demonstrou-se positiva no aprendizado da temática.</p>2026-04-29T19:23:04+00:00Copyright (c) 2026 Arquivos do Mudihttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/77812Fungos entomopatogênicos no controle biológico de insetos-praga da sojicultura: progresso e perspectivas no Brasil2026-05-05T14:26:57+00:00Enrique Yamakawapg405795@uem.brFabio de Deus Oliveira-Juniorfddojr@gmail.comBruno Vinicius Daquilabv.ds@hotmail.comSatiko Nanyasnanya@uem.brHelio Contehconte@uem.brMaria Claudia Colla Ruvolo-Takasusukimccrtakasusuki@uem.br<p><strong>Objectives:</strong> To provide an integrative overview of studies addressing the sustainable development of soybean cultivation in Brazil, with an emphasis on the principal entomopathogenic fungi employed in the phytosanitary management of insect pests. <strong>Methods:</strong> A systematic literature review was conducted on insect pests associated with soybean and the fungal bioinsecticide market, analyzing the biological characteristics of microorganisms based on data retrieved from multiple scientific databases and publications spanning 2015 to 2025. <strong>Results:</strong> The major soybean pests belong predominantly to the families Noctuidae and Pentatomidae. Biological control through fungal bioinsecticides - mainly formulations of <em>Beauveria bassiana</em>, <em>Cordyceps fumosorosea</em>, and <em>Metarhizium anisopliae</em> - represents approximately 69% of the Brazilian microbial bioinsecticide market. <strong>Conclusion:</strong> The sustainable management of soybean pests in Brazil using fungal formulations has demonstrated high efficiency. However, the implementation of an integrated and adaptive management framework, supported by consistent public policies is crucial to ensure sustainable production.</p>2026-04-29T18:14:13+00:00Copyright (c) 2026 Arquivos do Mudihttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/76569Deslocamento de implantes dentários para os espaços submandibular e maxilar: revisão 2026-05-05T14:26:52+00:00Thiago Modolo Azevedo Martinsthiagomarts@gmail.comWilliam Filipin Costawilliamxcosta@gmail.comFelipe Fernandes Peixotofelipepeixotocirurgiaodentista@gmail.comJosiane Medeiros Mellojmello@uem.brSônia Maria Marques Gomes Bertolinismmgbertolini@uem.brCélia Regina de Godoy Gomescrggomes@uem.br<p><strong>Introdução:</strong> Os implantes dentários apresentam elevados índices de sucesso, porém complicações podem ocorrer, entre elas o deslocamento do implante para o espaço submandibular ou para o seio maxilar, condição rara, mas potencialmente grave. <strong>Objetivo:</strong> Identificar fatores predisponentes, implicações clínicas e estratégias de prevenção e manejo dessa complicação. <strong>Métodos:</strong> Foi realizada revisão da literatura em bases científicas indexadas, incluindo estudos sobre deslocamento de implantes, anatomia das regiões envolvidas e abordagens terapêuticas. <strong>Resultados:</strong> O deslocamento está associado à baixa densidade óssea, reabsorção alveolar avançada, variações anatômicas, cortical óssea delgada e falhas no planejamento ou na técnica cirúrgica. A tomografia computadorizada de feixe cônico é fundamental para diagnóstico preciso. O tratamento varia conforme localização e sintomatologia, podendo envolver remoção por via transoral ou extraoral. <strong>Conclusão:</strong> Planejamento tridimensional adequado, conhecimento anatômico e técnicas como ancoragem bicortical são essenciais para prevenir deslocamentos e reduzir complicações.</p>2026-04-29T18:18:36+00:00Copyright (c) 2026 Arquivos do Mudihttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/81420Efeitos da auriculoterapia na disfunção temporomandibular no âmbito esportivo: uma revisão narrativa2026-05-05T14:26:48+00:00Stefany Carvalho da Silvafisio.stefanycarvalho@gmail.comVitor Hugo de Oliveirahugooliveira.vitor@gmail.comDaniel Vicentini de Oliveirad.vicentini@hotmail.comEduardo Quadros da Silvaeduardo.quadros.bs@hotmail.com<p><strong>Objetivo: </strong>Esta revisão narrativa teve como objetivo sintetizar e analisar as evidências científicas atuais sobre o uso da auriculoterapia no manejo das disfunções temporomandibulares (DTM) em atletas. <strong>Métodos</strong>: Foi realizada uma busca abrangente nas bases de dados PubMed e SciELO entre fevereiro e abril de 2024, incluindo estudos publicados no período de 2019 a 2024. <strong>Resultados</strong>: Foram identificados 910 artigos, dos quais 9 atenderam aos critérios de inclusão e foram incluídos na análise final. <strong>Conclusão</strong>: Os achados sugerem que a auriculoterapia e a acupuntura auricular apresentam efeitos benéficos no alívio da dor, na melhora da qualidade de vida e na redução da ansiedade pré-competição em atletas, representando uma estratégia complementar promissora para o manejo da DTM no contexto esportivo.</p>2026-04-29T18:37:19+00:00Copyright (c) 2026 Arquivos do Mudihttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/76425Complexo estiloide na prática clínica odontológica: revisão narrativa2026-05-05T14:27:01+00:00Felipe Fernandes Peixoto MonteiroFelipepeixotocirurgiaodentista@gmail.comWilliam Filipin Costawilliamxcosta@gmail.comThiago Modolo Azevedo Martinsfelipepeixotocirurgiaodentista@gmail.comJaqueline de Carvalho Rinaldifelipepeixotocirurgiaodentista@gmail.comDébora de Mello Gonçalves Sant´Anadmgsana@uem.brJosiane Medeiros de Mellojmedeirosmello@gmail.com<p>A anatomia do complexo estiloide e suas variações anatômicas, com ênfase na calcificação do ligamento estilo-hioideo e no alongamento do processo estiloide, destacando suas implicações clínicas e métodos diagnósticos por imagem. <strong>Métodos:</strong> Foi realizada uma revisão narrativa da literatura, incluindo estudos relacionados à anatomia do complexo estilo-hióideo, fatores etiológicos das calcificações e exames de imagem empregados no diagnóstico dessas alterações. <strong>Resultados:</strong> O complexo estilo-hióideo é composto pelo processo estiloide, ligamento estilo-hioideo e osso hioide. Alterações como alongamento do processo estiloide e calcificação ligamentar podem estar associadas ao envelhecimento, predisposição congênita ou trauma, podendo causar sintomas cervicofaciais. A tomografia computadorizada de feixe cônico apresenta maior acurácia diagnóstica, enquanto a radiografia panorâmica permanece útil como exame de triagem. <strong>Conclusão:</strong> O reconhecimento dessas alterações anatômicas contribui para o diagnóstico diferencial das dores cervicofaciais e para o adequado planejamento clínico.</p>2026-04-29T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Arquivos do Mudihttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/77632Políticas públicas em saúde no Brasil e suas relevâncias no funcionamento do Sistema Único de Saúde2026-05-05T14:26:39+00:00Luciana Dantas Farias de Andradeluciana.dantas.farias@gmail.comStephany Raquel Leonço Motastephanyleonco@gmail.comCrisalda Eslita Silva Silveiracrisaldinha@hotmail.comMarcela Samara Lira da Silvamarcelaasamara@gmail.comMaria Clara Dantasdantasclarinha@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">O Sistema Único de Saúde foi estruturado como um sistema de saúde universal, orientado através de políticas públicas voltadas às necessidades da população. Assim, buscou-se conhecer as principais políticas em saúde implementadas no Brasil desde a criação do SUS e suas contribuições ao seu funcionamento. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura. O levantamento bibliográfico realizado nas bases de dados Scielo, Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) e </span><em><span style="font-weight: 400;">Medical Literature Analysis and Retrieval System online </span></em><span style="font-weight: 400;">(Medline), permitiu extração e agrupamento das principais políticas públicas em saúde em </span><em><span style="font-weight: 400;">corpus </span></em><span style="font-weight: 400;">textual para análise através do </span><em><span style="font-weight: 400;">software </span></em><span style="font-weight: 400;">Iramuteq. Desde sua criação, o Sistema Único de Saúde busca pela melhoria dos indicadores de saúde e erradicação de epidemias, tendo suas ações guiadas por políticas públicas representativas a cada demanda em saúde,</span><span style="font-weight: 400;"> fundamentais para o fortalecimento do sistema e assegurando a universalidade e a integralidade dos cuidados em saúde no país.</span></p>2026-04-29T19:17:32+00:00Copyright (c) 2026 Arquivos do Mudihttps://periodicos.uem.br/ojs/index.php/ArqMudi/article/view/79122O uso e as repercussões atuais da telereabilitação nas especialidades da fisioterapia: uma revisão narrativa2026-05-05T14:26:36+00:00Henrique Nogarotohenrinogaroto@gmail.comKelley Cristina Coelhokelley.coelho@unicesumar.edu.brSiméia Gaspar Paláciosimeia.palacio@unicesumar.edu.brMichelle Cardoso Machado dos Santosmichelle.machado@unicesumar.edu.brMárcia Regina Benedetimarcia.benedeti@unicesumar.edu.br<p><strong>Objetivo:</strong> Analisar a aplicabilidade da telereabilitação na Fisioterapia, destacando sua efetividade, aceitação e principais áreas de utilização. <strong>Métodos:</strong> Revisão narrativa da literatura baseada em ensaios clínicos e estudos qualitativos. Foram consultadas base de dados online, considerando publicações entre 2022 e 2024. <strong>Resultados:</strong> Foram incluídos 18 estudos envolvendo diferentes especialidades fisioterapêuticas. Os achados evidenciaram que a telereabilitação promove acessibilidade e continuidade do cuidado, sendo especialmente relevante em contextos de isolamento social, doenças crônicas e limitação de acesso presencial. A modalidade mostrou-se viável em fisioterapia respiratória, neurofuncional, traumato-ortopédica, reumatológica, cardiovascular e saúde da mulher. <strong>Conclusão:</strong> A telereabilitação configura-se como ferramenta eficaz e promissora na prática fisioterapêutica, embora barreiras tecnológicas e a falta de protocolos padronizados ainda exijam atenção para sua consolidação.</p>2026-04-29T19:20:40+00:00Copyright (c) 2026 Arquivos do Mudi
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