https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/issue/feed Boletim de Conjuntura Econômica 2026-01-22T19:07:32+00:00 Elaine Cristina de Piza sec-dco@uem.br Open Journal Systems <p>O Boletim de Conjuntura Econômica, ISSN &nbsp;1677-4450 (impresso) e ISSN 2357-9811 (on-line), sediado no Departamento de Economia da Universidade Estadual de Maringá, coordenado pela professora Elaina Cristina de Piza é um boletim técnico semestral, no qual são disponibilizadas análises sobre a conjuntura econômica brasileira, de cada seção que compõe o boletim, a saber: Agropecuária, Atividade Econômica, Mercado de Trabalho, Política Fiscal, Política Monetária e Setor Externo.</p> <p>&nbsp;</p> https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/81491 Agropecuária 2026-01-22T18:39:53+00:00 Antonio Carlos Campos accampos@uem.br Anna Beatriz de Freiras Mathias ra125934@uem.br David Hassan K. A. Marques de Sales ra115551@uem.br Gabriela da Silva Teodoro ra133786@uem.br Leonardo Cavalcante Macario ra135271@uem.br Sophia Bressianini Sgorla ra143546@uem.br Sophia Bressianini Sgorla ra143546@uem.br Sophia Bressianini Sgorla ra143546@uem.br <p>O PIB do agronegócio brasileiro cresceu 1,81% em 2024 em relação ao ano de 2023. O setor da Pecuária, especialmente abate de bovinos, foi o que mais contribuiu neste processo. Já a atividade agrícola apresentou ganhos de produtividade em suas principais produtos (soja milho e trigo). Os preços da <em>commodities</em>, em geral, continuam baixos, a exceção do preço do café que apresentou uma variação superior a 40,0% no período analisado. Quanto aos parceiros comerciais a China continua sendo o mais importante (42,2% do total), mas sua importancia relativa diminuiu ao longo do período analisado em 11,2pp. Como tema especial, este boletim número 89 discutiu questões relativas à gripe aviária registrada no Rio Grande do Sul em meados de maio de 2025. Foi ividenciado os principais compradores (China com 25,5% do mercado) bem como as medidas de embargos adotadas pelos principais países compradores e seus possíveis impactos no setor aviário brasileiro.</p> 2026-01-22T00:00:00+00:00 Copyright (c) https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/81495 Política monetária 2026-01-22T19:00:25+00:00 Arthur Gualberto Bacelar da Cruz Urpia agbcurpia@uem.br Ana Paula Pereira de Campos ra145332@uem.br Hector Yuusuke Watanabe ra130560@uem.br João Vinicius Oliveira ra143289@uem.br João Victor Garcia ra125459@uem.br Lorenzo Macrida Garcia ra113283@uem.br Luis Felipe de lima Krieger ra13308@uem.br Luis Henrique Luciani ra68063@uem.br Pedro Antonio Fontana da Silva ra130568@uem.br Pedro Lucas Oliveira Freitas ra129912@uem.br <p>O segundo semestre de 2024 foi marcado por uma política monetária contracionista por parte do Comitê de Política Monetária (COPOM). Com isto, o Brasil fechou o ano de 2024 com uma das maiores taxas básicas de juros do mundo, estando apenas atrás de países que estão apresentando problemas macroeconômicos de forma recorrente, como a Argentina e Turquia; e da Rússia, que está em um conflito bélico com a Ucrânia. Segundo o Copom, a política monetária contracionista se deu diante do comportamento observado da inflação e considerando a desancoragem das expectativas de inflação. O IPCA fechou o ano de 2024 no patamar de 4,83%, acima do limite máximo da meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). As razões que explicam o não cumprimento da meta de inflação no ano de 2024 foram: o ritmo forte de crescimento da atividade econômica, a depreciação cambial e fatores climáticos. A partir da análise da inflação por faixa de renda, verificou-se que, no ano de 2024, as quatro primeiras faixas de renda foram as que mais sofreram com o aumento da pressão inflacionária, enquanto as duas últimas (média alta e alta) terminaram o ano com uma alta bem mais controlada. Em relação ao mercado de crédito, o saldo da carteira de crédito em relação ao PIB ficou praticamente estável no ano de 2024 em comparação com o ano de 2023. Já as taxas de juros médias de crédito para pessoas físicas e jurídicas acompanharam o ciclo de alta da taxa Selic. Com isto, o comprometimento da renda apresentou uma tendência de alta. Já a inadimplência, diante do registro recorde de negociação de dívidas em 2024, com o Feirão Serasa Limpa Nome e com os mutirões de renegociações, apresentou uma queda.</p> 2026-01-22T00:00:00+00:00 Copyright (c)