https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/issue/feedBoletim de Conjuntura Econômica2026-03-26T19:44:32+00:00Elaine Cristina de Pizasec-dco@uem.brOpen Journal Systems<p>O Boletim de Conjuntura Econômica, ISSN 1677-4450 (impresso) e ISSN 2357-9811 (on-line), sediado no Departamento de Economia da Universidade Estadual de Maringá, coordenado pela professora Elaina Cristina de Piza é um boletim técnico semestral, no qual são disponibilizadas análises sobre a conjuntura econômica brasileira, de cada seção que compõe o boletim, a saber: Agropecuária, Atividade Econômica, Mercado de Trabalho, Política Fiscal, Política Monetária e Setor Externo.</p> <p> </p>https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/83026Atividade econômica2026-03-26T19:44:32+00:00Marcia Istakemistake@uem.brRaoni F. de Almeida Andrerfaandre@uem.brArthur Machado de Oliveirara125927@uem.brBruno Leite Corrêara145354@uem.brCaio Gabriel Vannira145355@uem.brCaio Gabriel Vannira145355@uem.brGabriel Picoloto Ninnora142154@uem.brGuilherme Peres da Silvara139125@uem.brJoão Attilio de Sá Depollira128829@uem.brJosé Eduardo Domingues Zinira145325@uem.brJosé Eduardo Domingues Zinira145325@uem.brKayo Felipe da Silva Santosra143283@uem.brLuiz Eduardo Coimbra Lopesra143427@uem.brLuiz Felipe Otakepg406151@uem.brThiago Arouca Lameira Gilora145330@uem.brWillian K. dos Santosra140327@uem.brWillian Fortunato Maruora134128@uem.br<p>O Brasil iniciou 2025 com um resultado para o PIB inferior ao observado em 2024. O crescimento dos impostos também foi menor, em relação a 2024, ano que registrou a maior carga tributária das últimas duas décadas no Brasil. Destaca-se a recuperação da agropecuária, o aumento dos investimentos e a fragilidade do setor externo, diante das medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos. A economia paranaense iniciou 2025 com desempenho superior ao do Brasil em todos os setores, com destaque para a agropecuária. O comércio brasileiro cresceu, porém, a uma taxa menor que em 2024, com destaque de queda para móveis e de aumento para eletrodomésticos. Dentre os estados da região sul o comércio do Paraná foi o que menos cresceu 1,8%, mas esse resultado ainda é maior que a média brasileira 0,3%. A indústria brasileira apresentou desempenho desigual, com desaceleração na indústria geral, apesar do avanço da indústria extrativa e do protagonismo da indústria de transformação, ainda afetada por juros altos, carga tributária e demanda fraca. Em contraste, o setor de serviços manteve crescimento moderado e maior resiliência, impulsionado principalmente pela tecnologia da informação e pelo transporte aéreo.</p>2026-03-26T00:00:00+00:00Copyright (c) https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/82628Política monetária2026-03-12T16:43:42+00:00Arthur Gualberto Bacelar da Cruz Urpiaagbcurpia@uem.brJoão Vinicius Oliveirara143289@uem.brKayo Felipe da Silva Santosra143289@uem.brLaura Alcantara Nunesra139548@uem.brLorenzo Malacrida Garciara113283@uem.brMurilo Jorge Dalla Cortera138872@uem.brPedro Lucas Oliveira Freitasra129912@uem.br<p>O primeiro semestre de 2025 foi marcado pelo início da sistemática das metas contínuas. Esse modelo considera a inflação acumulada nos últimos doze meses precedentes ao mês tido como objeto de análise, diferentemente de como ocorrido antes por meio do ano-calendário em que a inflação era contabilizada apenas no mês de dezembro, tendo apenas o ano vigente como referência. Entretanto, mesmo com o Comitê de Política Monetária (COPOM) adotando uma política monetária contracionista, o que fez com que o Brasil tivesse uma das maiores taxas básicas de juros do mundo, estando apenas atrás de países que estão apresentando problemas macroeconômicos de forma recorrente, como a Argentina e Turquia; e da Rússia, que está em um conflito bélico com a Ucrânia, houve o descumprimento da meta de inflação em junho de 2025. As razões que explicam o não cumprimento da meta de inflação no primeiro semestre de 2025 foram: a inércia dos 12 meses anteriores, as expectativas de inflação, o hiato do produto, a inflação importada e a bandeira tarifária de energia elétrica. Já o mercado de crédito apresentou uma estabilidade do saldo da carteira de crédito em relação ao PIB, porém as taxas de juros médias de crédito para pessoas físicas e jurídicas acompanharam o ciclo de alta da taxa Selic. Isto se deu pela elevação do spread bancário. O aumento do spread bancário, aliado à forte concentração do sistema financeiro, reforça a manutenção de um custo de crédito elevado, que pressiona tanto pessoas físicas quanto jurídicas.</p>2026-03-12T00:00:00+00:00Copyright (c) https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/82634Mercado de trabalho2026-03-12T17:37:23+00:00Marina Silva da Cunhamscunha@uem.brEverton de Oliveira Pintora140970@uem.brJosé Octavio Tomás Pereira Estevãora139604@uem.brGabriel Barros Cunhara138477@uem.brLarissa Paula Stachiopg55402@uem.brMaria Rita de Abreura130535@uem.brMiguel Machado Garciara115942@uem.br<p>O mercado de trabalho brasileiro conseguiu ampliar o emprego e reduzir a desocupação no segundo e no terceiro trimestres de 2025, em relação ao mesmo período de 2024. Esse desempenho ocorreu paralelamente a um aumento do rendimento médio e redução da informalidade, que ainda está em um patamar elevado. Destaca-se a redução da desigualdade de gênero nos rendimentos no período.</p>2026-03-12T00:00:00+00:00Copyright (c)