Boletim de Conjuntura Econômica
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<p>O Boletim de Conjuntura Econômica, ISSN 1677-4450 (impresso) e ISSN 2357-9811 (on-line), sediado no Departamento de Economia da Universidade Estadual de Maringá, coordenado pela professora Elaina Cristina de Piza é um boletim técnico semestral, no qual são disponibilizadas análises sobre a conjuntura econômica brasileira, de cada seção que compõe o boletim, a saber: Agropecuária, Atividade Econômica, Mercado de Trabalho, Política Fiscal, Política Monetária e Setor Externo.</p> <p> </p>Universidade Estadual de Maringápt-BRBoletim de Conjuntura Econômica1677-4450<p>Declaramos que os conteúdos apresentados nas análises são de nossa autoria e temos total responsabilidade sobre os mesmos, os quais estamos cedendo os direitos autorais ao Departamento de Ciências Econômicas da UEM, para fins de divulgação científica em qualquer meio disponível para tal.</p>Atividade econômica
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<p>O Brasil iniciou 2025 com um resultado para o PIB inferior ao observado em 2024. O crescimento dos impostos também foi menor, em relação a 2024, ano que registrou a maior carga tributária das últimas duas décadas no Brasil. Destaca-se a recuperação da agropecuária, o aumento dos investimentos e a fragilidade do setor externo, diante das medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos. A economia paranaense iniciou 2025 com desempenho superior ao do Brasil em todos os setores, com destaque para a agropecuária. O comércio brasileiro cresceu, porém, a uma taxa menor que em 2024, com destaque de queda para móveis e de aumento para eletrodomésticos. Dentre os estados da região sul o comércio do Paraná foi o que menos cresceu 1,8%, mas esse resultado ainda é maior que a média brasileira 0,3%. A indústria brasileira apresentou desempenho desigual, com desaceleração na indústria geral, apesar do avanço da indústria extrativa e do protagonismo da indústria de transformação, ainda afetada por juros altos, carga tributária e demanda fraca. Em contraste, o setor de serviços manteve crescimento moderado e maior resiliência, impulsionado principalmente pela tecnologia da informação e pelo transporte aéreo.</p>Marcia IstakeRaoni F. de Almeida AndreArthur Machado de OliveiraBruno Leite CorrêaCaio Gabriel VanniCaio Gabriel VanniGabriel Picoloto NinnoGuilherme Peres da SilvaJoão Attilio de Sá DepolliJosé Eduardo Domingues ZiniJosé Eduardo Domingues ZiniKayo Felipe da Silva SantosLuiz Eduardo Coimbra LopesLuiz Felipe OtakeThiago Arouca Lameira GiloWillian K. dos SantosWillian Fortunato Maruo
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2026-03-262026-03-26901Política monetária
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<p>O primeiro semestre de 2025 foi marcado pelo início da sistemática das metas contínuas. Esse modelo considera a inflação acumulada nos últimos doze meses precedentes ao mês tido como objeto de análise, diferentemente de como ocorrido antes por meio do ano-calendário em que a inflação era contabilizada apenas no mês de dezembro, tendo apenas o ano vigente como referência. Entretanto, mesmo com o Comitê de Política Monetária (COPOM) adotando uma política monetária contracionista, o que fez com que o Brasil tivesse uma das maiores taxas básicas de juros do mundo, estando apenas atrás de países que estão apresentando problemas macroeconômicos de forma recorrente, como a Argentina e Turquia; e da Rússia, que está em um conflito bélico com a Ucrânia, houve o descumprimento da meta de inflação em junho de 2025. As razões que explicam o não cumprimento da meta de inflação no primeiro semestre de 2025 foram: a inércia dos 12 meses anteriores, as expectativas de inflação, o hiato do produto, a inflação importada e a bandeira tarifária de energia elétrica. Já o mercado de crédito apresentou uma estabilidade do saldo da carteira de crédito em relação ao PIB, porém as taxas de juros médias de crédito para pessoas físicas e jurídicas acompanharam o ciclo de alta da taxa Selic. Isto se deu pela elevação do spread bancário. O aumento do spread bancário, aliado à forte concentração do sistema financeiro, reforça a manutenção de um custo de crédito elevado, que pressiona tanto pessoas físicas quanto jurídicas.</p>Arthur Gualberto Bacelar da Cruz UrpiaJoão Vinicius OliveiraKayo Felipe da Silva SantosLaura Alcantara NunesLorenzo Malacrida GarciaMurilo Jorge Dalla CortePedro Lucas Oliveira Freitas
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2026-03-122026-03-12901Mercado de trabalho
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<p>O mercado de trabalho brasileiro conseguiu ampliar o emprego e reduzir a desocupação no segundo e no terceiro trimestres de 2025, em relação ao mesmo período de 2024. Esse desempenho ocorreu paralelamente a um aumento do rendimento médio e redução da informalidade, que ainda está em um patamar elevado. Destaca-se a redução da desigualdade de gênero nos rendimentos no período.</p>Marina Silva da CunhaEverton de Oliveira PintoJosé Octavio Tomás Pereira EstevãoGabriel Barros CunhaLarissa Paula StachioMaria Rita de AbreuMiguel Machado Garcia
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2026-03-122026-03-12901