Boletim de Conjuntura Econômica https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon <p>O Boletim de Conjuntura Econômica, ISSN &nbsp;1677-4450 (impresso) e ISSN 2357-9811 (on-line), sediado no Departamento de Economia da Universidade Estadual de Maringá, coordenado pela professora Elaina Cristina de Piza é um boletim técnico semestral, no qual são disponibilizadas análises sobre a conjuntura econômica brasileira, de cada seção que compõe o boletim, a saber: Agropecuária, Atividade Econômica, Mercado de Trabalho, Política Fiscal, Política Monetária e Setor Externo.</p> <p>&nbsp;</p> pt-BR <p>Declaramos que os conteúdos apresentados nas análises são de nossa autoria e temos total responsabilidade sobre os mesmos, os quais estamos cedendo os direitos autorais ao Departamento de Ciências Econômicas da UEM, para fins de divulgação científica em qualquer meio disponível para tal.</p> sec-dco@uem.br (Elaine Cristina de Piza) sec-deco@uem.br (Fernado Gigliotti Polo) Qui, 12 Mar 2026 14:31:21 +0000 OJS 3.1.2.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Atividade econômica https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/83026 <p>O Brasil iniciou 2025 com um resultado para o PIB inferior ao observado em 2024. O crescimento dos impostos também foi menor, em relação a 2024, ano que registrou a maior carga tributária das últimas duas décadas no Brasil. Destaca-se a recuperação da agropecuária, o aumento dos investimentos e a fragilidade do setor externo, diante das medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos. A economia paranaense iniciou 2025 com desempenho superior ao do Brasil em todos os setores, com destaque para a agropecuária. O comércio brasileiro cresceu, porém, a uma taxa menor que em 2024, com destaque de queda para móveis e de aumento para eletrodomésticos. Dentre os estados da região sul o comércio do Paraná foi o que menos cresceu 1,8%, mas esse resultado ainda é maior que a média brasileira 0,3%. A indústria brasileira apresentou desempenho desigual, com desaceleração na indústria geral, apesar do avanço da indústria extrativa e do protagonismo da indústria de transformação, ainda afetada por juros altos, carga tributária e demanda fraca. Em contraste, o setor de serviços manteve crescimento moderado e maior resiliência, impulsionado principalmente pela tecnologia da informação e pelo transporte aéreo.</p> Marcia Istake, Raoni F. de Almeida Andre, Arthur Machado de Oliveira, Bruno Leite Corrêa, Caio Gabriel Vanni, Caio Gabriel Vanni, Gabriel Picoloto Ninno, Guilherme Peres da Silva, João Attilio de Sá Depolli, José Eduardo Domingues Zini, José Eduardo Domingues Zini, Kayo Felipe da Silva Santos, Luiz Eduardo Coimbra Lopes, Luiz Felipe Otake, Thiago Arouca Lameira Gilo, Willian K. dos Santos, Willian Fortunato Maruo (Autor) Copyright (c) https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/83026 Qui, 26 Mar 2026 00:00:00 +0000 Política monetária https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/82628 <p>O primeiro semestre de 2025 foi marcado pelo início da sistemática das metas contínuas. Esse modelo considera a inflação acumulada nos últimos doze meses precedentes ao mês tido como objeto de análise, diferentemente de como ocorrido antes por meio do ano-calendário em que a inflação era contabilizada apenas no mês de dezembro, tendo apenas o ano vigente como referência. Entretanto, mesmo com o Comitê de Política Monetária (COPOM) adotando uma política monetária contracionista, o que fez com que o Brasil tivesse uma das maiores taxas básicas de juros do mundo, estando apenas atrás de países que estão apresentando problemas macroeconômicos de forma recorrente, como a Argentina e Turquia; e da Rússia, que está em um conflito bélico com a Ucrânia, houve o descumprimento da meta de inflação em junho de 2025. As razões que explicam o não cumprimento da meta de inflação no primeiro semestre de 2025 foram: a inércia dos 12 meses anteriores, as expectativas de inflação, o hiato do produto, a inflação importada e a bandeira tarifária de energia elétrica. Já o mercado de crédito apresentou uma estabilidade do saldo da carteira de crédito em relação ao PIB, porém as taxas de juros médias de crédito para pessoas físicas e jurídicas acompanharam o ciclo de alta da taxa Selic. Isto se deu pela elevação do spread bancário. O aumento do spread bancário, aliado à forte concentração do sistema financeiro, reforça a manutenção de um custo de crédito elevado, que pressiona tanto pessoas físicas quanto jurídicas.</p> Arthur Gualberto Bacelar da Cruz Urpia, João Vinicius Oliveira, Kayo Felipe da Silva Santos, Laura Alcantara Nunes, Lorenzo Malacrida Garcia, Murilo Jorge Dalla Corte, Pedro Lucas Oliveira Freitas (Autor) Copyright (c) https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/82628 Qui, 12 Mar 2026 00:00:00 +0000 Mercado de trabalho https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/82634 <p>O mercado de trabalho brasileiro conseguiu ampliar o emprego e reduzir a desocupação no segundo e no terceiro trimestres de 2025, em relação ao mesmo período de 2024. Esse desempenho ocorreu paralelamente a um aumento do rendimento médio e redução da informalidade, que ainda está em um patamar elevado. Destaca-se a redução da desigualdade de gênero nos rendimentos no período.</p> Marina Silva da Cunha, Everton de Oliveira Pinto, José Octavio Tomás Pereira Estevão, Gabriel Barros Cunha, Larissa Paula Stachio, Maria Rita de Abreu, Miguel Machado Garcia (Autor) Copyright (c) https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/82634 Qui, 12 Mar 2026 00:00:00 +0000