Boletim de Conjuntura Econômica https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon <p>O Boletim de Conjuntura Econômica, ISSN &nbsp;1677-4450 (impresso) e ISSN 2357-9811 (on-line), sediado no Departamento de Economia da Universidade Estadual de Maringá, coordenado pela professora Elaina Cristina de Piza é um boletim técnico semestral, no qual são disponibilizadas análises sobre a conjuntura econômica brasileira, de cada seção que compõe o boletim, a saber: Agropecuária, Atividade Econômica, Mercado de Trabalho, Política Fiscal, Política Monetária e Setor Externo.</p> <p>&nbsp;</p> pt-BR <p>Declaramos que os conteúdos apresentados nas análises são de nossa autoria e temos total responsabilidade sobre os mesmos, os quais estamos cedendo os direitos autorais ao Departamento de Ciências Econômicas da UEM, para fins de divulgação científica em qualquer meio disponível para tal.</p> sec-dco@uem.br (Elaine Cristina de Piza) sec-deco@uem.br (Fernado Gigliotti Polo) Qui, 22 Jan 2026 19:07:32 +0000 OJS 3.1.2.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Agropecuária https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/81491 <p>O PIB do agronegócio brasileiro cresceu 1,81% em 2024 em relação ao ano de 2023. O setor da Pecuária, especialmente abate de bovinos, foi o que mais contribuiu neste processo. Já a atividade agrícola apresentou ganhos de produtividade em suas principais produtos (soja milho e trigo). Os preços da <em>commodities</em>, em geral, continuam baixos, a exceção do preço do café que apresentou uma variação superior a 40,0% no período analisado. Quanto aos parceiros comerciais a China continua sendo o mais importante (42,2% do total), mas sua importancia relativa diminuiu ao longo do período analisado em 11,2pp. Como tema especial, este boletim número 89 discutiu questões relativas à gripe aviária registrada no Rio Grande do Sul em meados de maio de 2025. Foi ividenciado os principais compradores (China com 25,5% do mercado) bem como as medidas de embargos adotadas pelos principais países compradores e seus possíveis impactos no setor aviário brasileiro.</p> Antonio Carlos Campos, Anna Beatriz de Freiras Mathias, David Hassan K. A. Marques de Sales, Gabriela da Silva Teodoro, Leonardo Cavalcante Macario, Sophia Bressianini Sgorla, Sophia Bressianini Sgorla, Sophia Bressianini Sgorla (Autor) Copyright (c) https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/81491 Qui, 22 Jan 2026 00:00:00 +0000 Política monetária https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/81495 <p>O segundo semestre de 2024 foi marcado por uma política monetária contracionista por parte do Comitê de Política Monetária (COPOM). Com isto, o Brasil fechou o ano de 2024 com uma das maiores taxas básicas de juros do mundo, estando apenas atrás de países que estão apresentando problemas macroeconômicos de forma recorrente, como a Argentina e Turquia; e da Rússia, que está em um conflito bélico com a Ucrânia. Segundo o Copom, a política monetária contracionista se deu diante do comportamento observado da inflação e considerando a desancoragem das expectativas de inflação. O IPCA fechou o ano de 2024 no patamar de 4,83%, acima do limite máximo da meta de inflação estipulada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). As razões que explicam o não cumprimento da meta de inflação no ano de 2024 foram: o ritmo forte de crescimento da atividade econômica, a depreciação cambial e fatores climáticos. A partir da análise da inflação por faixa de renda, verificou-se que, no ano de 2024, as quatro primeiras faixas de renda foram as que mais sofreram com o aumento da pressão inflacionária, enquanto as duas últimas (média alta e alta) terminaram o ano com uma alta bem mais controlada. Em relação ao mercado de crédito, o saldo da carteira de crédito em relação ao PIB ficou praticamente estável no ano de 2024 em comparação com o ano de 2023. Já as taxas de juros médias de crédito para pessoas físicas e jurídicas acompanharam o ciclo de alta da taxa Selic. Com isto, o comprometimento da renda apresentou uma tendência de alta. Já a inadimplência, diante do registro recorde de negociação de dívidas em 2024, com o Feirão Serasa Limpa Nome e com os mutirões de renegociações, apresentou uma queda.</p> Arthur Gualberto Bacelar da Cruz Urpia, Ana Paula Pereira de Campos, Hector Yuusuke Watanabe, João Vinicius Oliveira, João Victor Garcia, Lorenzo Macrida Garcia, Luis Felipe de lima Krieger, Luis Henrique Luciani, Pedro Antonio Fontana da Silva, Pedro Lucas Oliveira Freitas (Autor) Copyright (c) https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BConjEcon/article/view/81495 Qui, 22 Jan 2026 00:00:00 +0000