Transições negociadas: o “Não” de Pablo Larraín e as memórias do plebiscito na pós-transição chilena

Autores

  • Tereza Maria Spyer Dulci Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA) Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/dialogos.v24i1.45270

Palavras-chave:

memoria, cinema e história, Chile, ditadura, plebiscito.

Resumo

Este artigo procura lidar com as batalhas travadas pela memória na pós-transição democrática vivenciada pelo Chile a partir da análise do filme “Não”, de Pablo Larraín (2012). O objetivo é pensar nas produções audiovisuais como um lugar privilegiado de disputa pela memória. Examinaremos como a obra, terceira de uma trilogia sobre a ditadura civil-militar chilena, procura retratar as campanhas do SIM e do NÃO antes do plebiscito de 1988, em que se decidiu sobre o destino da ditadura de Pinochet. Será analisada, igualmente, a mistura que o filme faz de diferentes épocas históricas através de um amálgama entre imagens arquivísticas, personagens reais e cenas da ficção.

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Biografia do Autor

  • Tereza Maria Spyer Dulci, Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA)
    Professora da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). Docente do Curso de Relações Internacionais e Integração (RII). Atua nas áreas de História das Relações Internacionais e Fundamentos da América Latina (Ciclo Comum de Estudos). Pertence ao Instituto Latino-Americano de Economia, Sociedade e Política (ILAESP) e ao Centro Interdisciplinar de Relações Internacionais e Integração (CIIRI).

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Publicado

2020-03-04

Como Citar

Transições negociadas: o “Não” de Pablo Larraín e as memórias do plebiscito na pós-transição chilena. (2020). Dialogos, 24(1), 554-580. https://doi.org/10.4025/dialogos.v24i1.45270