Exiliografias: modos de escrever a história dos exílios na América Latina (2007-2013)

Autores

  • Marcos Gonçalves Universidade Federal do Paraná Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/dialogos.v24i3.47050

Palavras-chave:

Exílios latino-americanos, Historiografia do exílio, Exiliografias.

Resumo

Este artigo empreende uma avaliação da historiografia produzida sobre os exílios políticos no contexto social das ditaduras latino-americanas do cone sul. Apresenta como referência três obras publicadas entre os anos de 2007 a 2013. Seu objetivo é destacar os modos de inserção e visibilidade mais frequentes que o tema exilar alcançou na pauta dos historiadores, a partir da percepção e (re)descoberta sobre a magnitude do fenômeno. Neste sentido, desenvolve um debate em torno dos seguintes eixos propositivos: como os trabalhos apontados ajudaram a consolidar o objeto “exílio” nos termos de uma grade sistemática de interpretação; e de que modos se formalizou uma rede interdisciplinar e transnacional de estudiosos cuja experiência com os problemas de pesquisa mostrou-se fundamental para renovar os sentidos teóricos, historiográficos e metodológicos relacionados ao tema. Conclui que tais intervenções acabaram por conferir um estatuto de legitimidade heurística às investigações sobre os exílios.

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Biografia do Autor

  • Marcos Gonçalves, Universidade Federal do Paraná
    Doutor em História. Professor da Universidade Federal do Paraná. Programa de Pós-Graduação em História.

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Publicado

2020-12-21

Como Citar

Exiliografias: modos de escrever a história dos exílios na América Latina (2007-2013). (2020). Dialogos, 24(3), 284-304. https://doi.org/10.4025/dialogos.v24i3.47050