Dialogos
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<p>Diálogos (on-line), possuí o ISSN online sob o número 2177-2940 e ISSN impresso 1415-9945. A revista é publicada quadrimestralmente pelo Departamento e do Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Maringá-PR, Brasil.</p> <div style="height: 100px; width: 180px; font-family: Arial, Verdana, helvetica, sans-serif; background-color: #ffffff; display: inline-block;"> <div style="padding: 0px 16px;"> <div style="padding-top: 3px; line-height: 1;"> </div> <div style="font-size: 12px; text-align: right;"> </div> </div> </div> <p> </p>Universidade Estadual de Maringá (UEM). Maringá-PR, Brasil.pt-BRDialogos1415-9945<p><strong>DECLARAÇÃO DE ORIGINALIDADE E CESSÃO DE DIREITOS AUTORAIS</strong></p> <p>Declaro que o presente artigo é original, não tendo sido submetido à publicação em qualquer outro periódico nacional ou internacional, quer seja em parte ou em sua totalidade. Declaro, ainda, que uma vez publicado na revista DIÁLOGOS, editada pela Universidade Estadual de Maringá, o mesmo jamais será submetido por mim ou por qualquer um dos demais co-autores a qualquer outro periódico. Através deste instrumento, em meu nome e em nome dos demais co-autores, porventura existentes, cedo os direitos autorais do referido artigo à Universidade Estadual de Maringá e declaro estar ciente de que a não observância deste compromisso submeterá o infrator a sanções e penas previstas na Lei de Proteção de Direitos Autorias (N. 9609, de 19/02/98).</p> <p><strong>STATEMENT OF ORIGINALITY AND COPYRIGHT CESSION</strong></p> <p>I declare that the present article is original, has not been submitted for publishing on any other national or international journal, neither partly nor fully. I further declare that, once published on DIÁLOGOS journal, edited by the State University of Maringá, it will never be submitted by me or by any of the other co-authors to another journal. By means of this instrument, on my behalf and on behalf of the other co-authors, if any, I waive the copyright of said article to the State University of Maringá and declare that I am aware that non-compliance with this commitment will subject the violator to sanctions and penalties set forth in the Copyright Protection Law (No 9609, of 19/02/98).</p>Cultura histórica, usos do passado: desafios do ensino e da aprendizagem em contextos escolares e não escolares
https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/Dialogos/article/view/83765
<p>O texto apresenta um dossiê em dois tomos dedicado à cultura histórica, aos usos do passado e aos desafios do ensino e da aprendizagem de História em espaços escolares e não escolares. A ideia central é que a História não circula apenas na escola ou na universidade, mas também nas mídias digitais, museus, espaços públicos, comunidades, livros didáticos, jogos, patrimônios, memórias coletivas e disputas políticas. Por isso, ensinar História hoje significa enfrentar um cenário marcado por negacionismos, revisionismos problemáticos, fake news, plataformização da educação e usos ideológicos do passado. A partir da noção de cultura histórica, especialmente em Jörn Rüsen, o texto defende que o passado é constantemente interpretado, narrado e disputado em diferentes dimensões: estética, política e cognitiva. Essa cultura histórica pode contribuir para a formação crítica, mas também pode ser usada para legitimar poderes, apagar sujeitos, manipular memórias e reforçar narrativas autoritárias. Os artigos dos dois volumes abordam temas variados, como formação do pensamento histórico, currículo, livros didáticos, cultura digital, videogames, patrimônio, democracia, quilombos urbanos, educação indígena, gênero, raça, museus comunitários, passados traumáticos e formação docente. Em conjunto, mostram que a aprendizagem histórica deve dialogar com a vida prática, com as experiências dos sujeitos e com os conflitos do presente.</p>Márcia Elisa Teté RamosSebastian Molina PucheWilian Junior Bonete
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2026-04-282026-04-28301IXV10.4025/dialogos.v30i1.83765A influência de artefatos da cultura histórica e da cultura escolar na aprendizagem de história. Uma análise baseada no gosto e confiança de alunos do ensino médio
https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/Dialogos/article/view/78206
<p>Este artigo apresenta os resultados de um estudo quantitativo que se concentrou em identificar e comparar como estudantes do ensino médio na Espanha e na Colômbia valorizam o gosto e a confiança gerados por certos artefatos culturais e escolares utilizados no ensino de história na escola. Os resultados indicam altos níveis de gosto a respeito de mediações não escolares, dispositivos que, por sua vez, registram baixos níveis de confiança. Por outro lado, os artefatos escolares registram baixos níveis de gosto e altos níveis de confiança. Esse contraste sugere desafios e possibilidades para ações pedagógicas voltadas à melhoria dos processos de ensino e aprendizagem de história nas escolas.</p>Nilson Javier Ibagón-Martín
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2026-04-142026-04-1430112210.4025/dialogos.v30i1.78206A construção de sentindo e a consciência histórica de professores sobre o ensino da independência brasileira
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<p>Este artigo analisa as formas de consciência histórica mobilizadas por professores de História ao ensinarem sobre o processo de Independência do Brasil. A investigação insere-se no contexto das comemorações do Bicentenário da Independência (2022), momento em que se intensificaram os debates sobre a narrativa hegemônica que apresenta esse acontecimento como pacífico e sem participação popular, conforme apontam Pimenta (2008) e Cirino (2023). O estudo tem como objetivo compreender como esses docentes constroem sentidos sobre esse evento, com base nas respostas à questão 7 de um questionário aplicado pelo Grupo de Pesquisa História e Ensino da Universidade Estadual de Londrina (UEL), no âmbito do projeto “Independência do Brasil e seu Bicentenário”. A análise fundamenta-se nos tipos de consciência histórica e nas formas de constituição de sentido propostas por Jörn Rüsen (2010), articuladas às contribuições de Peter Lee (2001, 2003), Ronaldo Cardoso Alves (2011), Maria Auxiliadora Schmidt (2006), Marlene Cainelli (2008) e outros autores da Educação Histórica. A análise, com base na Grounded Theory, evidenciou uma predominância de interpretações críticas entre os docentes, com destaque para a problematização da narrativa tradicional da independência. Observa-se o esforço em incorporar múltiplas temporalidades, conflitos regionais e sujeitos historicamente silenciados, o que indica um movimento de reconstrução do passado orientado por perspectivas mais reflexivas e plurais.</p>Anilton Diogo dos SantosMarlene Rosa Cainelli
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2026-04-142026-04-14301234210.4025/dialogos.v30i1.77762Os estágios supervisionados práticos de história da UNESP/Assis (2012-2017) como espaço para reflexão acerca do confronto de culturas históricas
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<p>O artigo tem como objetivo refletir acerca das experiências desenvolvidas nos estágios supervisionados realizados no curso de Licenciatura em História da UNESP/Assis, com vistas a investigar a formação de historiadores-docentes, no encontro da Universidade com a escola de Educação Básica, a fim de discutir a função pública do conhecimento histórico em tempos de confronto de culturas históricas. Para isso, analisou 172 artigos oriundos dos estágios supervisionados de cerca de 300 estudantes, entre os anos de 2012 e 2017, valendo-se do repertório teórico metodológico da Didática da História e da Educação Histórica.</p>Ronaldo Cardoso Alves
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2026-04-142026-04-14301436210.4025/dialogos.v30i1.78729Ensino e aprendizagem histórica em espaços não escolares: conhecimento histórico, quilombo urbano e territorialidade negra
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<p>O texto relata e reflete sobre uma experiência de estágio, desenvolvida em duas disciplinas do curso de Licenciatura em História da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, no período 2025.1. A proposta foi promover formação em espaço não escolar. O campo escolhido foi um quilombo urbano, o Beco de Vó Dola, em Vitória da Conquista-BA, por seu potencial de intercambiar história acadêmica e memória histórica produzida fora dos muros da academia. Trata-se de primeira experiência, mas já evidencia potencialidades na formação inicial para mobilizar o conhecimento histórico em espaços comunitários e aproximar realidades locais do ensino e aprendizagem da História.</p>Edinalva Padre AguiarMaria Cristina Dantas Pina
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2026-04-142026-04-14301639010.4025/dialogos.v30i1.78726Usos do passado no discurso patrimonial: análise crítica do currículo espanhol de Geografia e História do Ensino Secundário
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<p>Este artigo realiza uma análise crítica do discurso patrimonial presente no currículo de Geografia e História decorrente da última reforma educacional na Espanha (LOMLOE). Considerando o modelo de narrativas históricas de Rüsen, examina-se especificamente como os textos vinculam o patrimônio à temporalidade. Os resultados indicam que o patrimônio é articulado educacionalmente a partir de uma dimensão axiológica, ligada ao discurso da Unesco e do Conselho da Europa, o que limita seu potencial emancipador como categoria analítica da realidade social, a qual requer heurísticas específicas para contribuir para o desenvolvimento da consciência histórica.</p>Alodia Rubio-NavarroPilar RiveroSilvia García-Ceballos
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2026-04-142026-04-143019111710.4025/dialogos.v30i1.78722O passado violento do País Basco na formação inicial de professores: análise do impacto do projeto Convivencia y Memoria através de rotinas de pensamento
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<p>O País Basco enfrenta o desafio de reconstruir seu tecido social após décadas de violência. Este estudo analisa as percepções dos alunos em formação docente sobre o passado recente, suas fontes de informação e o impacto do projeto <em>Convivencia y Memoria</em>, que inclui o módulo <em>Adi-adian</em> com testemunhos de vítimas educadoras. Foram recolhidas narrativas reflexivas, através da rotina de pensamento <em>Antes pensava/Agora penso</em>. Estas foram categorizadas para conhecer o impacto da proposta, que é abordada a partir do ensino de temas controversos. Os resultados indicam que o projeto promove a convivência e altera percepções, incentivando uma postura favorável à abordagem de temas controversos na sala de aula, especialmente entre futuros profesores.</p>Alex Ibañez-EtxeberriaNekane AristondoLeire AlbasNaiara Vicent
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2026-04-142026-04-1430111813910.4025/dialogos.v30i1.78332Ressignificações da figura de Cabralzinho por meio da educação formal e não-formal no município de Amapá/AP
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<p>O artigo analisa a ressignificação da figura de Francisco Xavier da Veiga Cabral (Cabralzinho) por meio de práticas educativas formais e não-formais no município de Amapá/AP. A pesquisa discute como a narrativa heroica desse personagem é construída, transmitida e atualizada tanto nas escolas, por meio de conteúdos curriculares, projetos pedagógicos e eventos, quanto em manifestações públicas, como a Corrida de Cabralzinho e o Dia de Cabralzinho. Fundamentado em autores como Maurice Halbwachs, José Murilo de Carvalho e Pierre Nora, o estudo evidencia que a memória coletiva sobre Cabralzinho é resultado de um processo dinâmico, que envolve disputas de sentidos, negociações simbólicas e participação ativa da comunidade local. Conclui-se que a integração entre educação formal e não-formal potencializa a transmissão e transformação das narrativas históricas, fortalecendo a identidade e o sentimento de pertencimento dos moradores do município.</p>Jonathan Viana da SilvaAna María Sosa González
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2026-04-142026-04-1430114016010.4025/dialogos.v30i1.78201O ensino de História a partir dos saberes e ideias sobre o Museu de Quilombos e Favelas Urbanos: as vozes dos arquivos que ecoam de um pós-museu
https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/Dialogos/article/view/77350
<p>O presente artigo analisa a produção do conhecimento relativo ao Muquifu a partir de dois “arquivos” que tratam dos saberes e ideias veiculados por aquele museu. A premissa do texto está embasada na concepção de que arquivos em conexão podem vir a ser uma rede de tramas interligadas de saberes. O foco do estudo foi analisar as ações educativas e vestígios documentais do museu, assim como de docentes da educação básica que mobilizam o ensino de História na busca da promoção de uma reeducação das relações étnico-raciais na perspectiva decolonial. Nas análises, foi adotada uma perspectiva decolonial, na tentativa de favorecer uma vertente do ensino de História a contrapelo da perspectiva hegemônica ocidental. Para efetivação do trabalho, foi utilizada uma metodologia de caráter qualitativo, por meio do estudo de caso, que teve como suporte metodológico a pesquisa descritiva.</p> <p> </p>Júlio César Costa
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2026-04-142026-04-1430116118410.4025/dialogos.v30i1.77350Políticas de bilinguismo, educação tradicional e educação escolar indígena
https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/Dialogos/article/view/78830
<p>Neste texto, discutimos as políticas educacionais e linguísticas atuais e os pressupostos da educação tradicional (não-escolar), indígena, oriundos da ancestralidade. Abordamos questões sobre etnoconhecimentos, práticas sociais e cosmovisão Avá-Guarani no Paraná. Em relação aos processos escolares, analisamos a política educacional atual para a educação escolar indígena bilíngue e intercultural a partir da Constituição Brasileira de 1988. Apresentamos documentos de organizações internacionais como a Unesco e suas orientações sobre as línguas minorizadas e ameaçadas. Os resultados mostram que práticas Avá-Guarani preservam e disseminam as tradições via a educação não-escolar mantendo vivas as experiências indígenas e contribuindo para a preservação sociocultural nos territórios habitados.</p>Nádia Nelziza Lovera de FlorentinoDelmira de Almeida PeresRosangela Celia Faustino
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2026-04-152026-04-1530118520510.4025/dialogos.v30i1.78830Servindo a Nação: Vieses de Gênero e Racistas em Figuras Históricas no México
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<p>Este artigo analisa os vieses de gênero e racistas na representação de figuras históricas entre os jovens mexicanos, com base em pesquisas com 1.017 jovens (2019). Destaca a sub-representação das mulheres (apenas 273 menções de um total de 5.085 possíveis), com mulheres como Josefa Ortiz e Sor Juana aparecendo vinculadas a papéis subsidiários ou à narrativa patriarcal. Também expõe o racismo na glorificação de figuras europeias (Cortés, Colombo) e na marginalização dos povos indígenas, perpetuando o mito da mestiçagem. Conclui com propostas para descolonizar a educação e construir narrativas históricas inclusivas que desafiem essas hierarquias.</p>Michelle Ordóñez Lucero
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2026-04-152026-04-1530120623110.4025/dialogos.v30i1.78281As Representações femininas em cartazes da Guerra Civil Espanhola: usos didáticos e possibilidades de análise no ensino da História.
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<p>Este artigo analisa as representações femininas em cartazes da Guerra Civil Espanhola tanto como fonte histórica, quanto como recurso didático na formação de docentes. A partir da exposição Cartazes que contam: A mulher na Guerra da Espanha, exploram-se diversas figuras femininas da propaganda visual republicana e franquista. O estudo, de caráter qualitativo, foca na análise realizada por estudantes do Mestrado em Formação de Professores, que interpretaram esses cartazes com base em critérios críticos, estéticos e pedagógicos. Os resultados evidenciam o potencial desses materiais para promover o pensamento histórico e revelam resistências e percepções superficiais acerca do enfoque de gênero no ensino.</p>Arasy González-MileaJosé Antonio Mérida-DonosoIRENE ABAD BUIL
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2026-04-152026-04-1530123225310.4025/dialogos.v30i1.78152Construção de masculinidades ecofeministas através do ensino da História, da História da Arte e do Patrimônio
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<p>Este trabalho oferece uma abordagem dos modelos hegemônicos de masculinidade construídos por meio das narrativas escolares da Didática das Ciências Sociais, especialmente no ensino de História, História da Arte e Patrimônio. Posteriormente, é apresentado o New Asterion Test, uma ferramenta teórico-metodológica com uma abordagem ecofeminista antiespecista, que se baseia no New Ariadne Test, apresentado em trabalhos anteriores para estudar o potencial ecoeducacional da arte. O objetivo da ferramenta é desconstruir formas de masculinidade que reproduzem a discriminação e a violência contra pessoas e animais, promovendo masculinidades ecofeministas por meio da educação.</p>Laura Lucas PalaciosElisa Arroyo-Mora
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2026-04-152026-04-1530125427610.4025/dialogos.v30i1.78193
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File: (unknown) line (unknown) Function: SessionManager->write("2rkpjsja3abddljlik1qop96uv", "")
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