Podem as panelas falar? O processo de institucionalização do patrimônio imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN)

Autores/as

  • Aline Vieira de Carvalho Unicamp Autor/a
  • Luciana Cristina de Souza Campinas Autor/a

Palabras clave:

Patrimônio imaterial, Comunidades, Paneleiras de Goiabeiras, IPHAN

Resumen

Desde que momento os bens de natureza imaterial passaram a compor o rol de preocupações do Iphan? Essa é a questão central do artigo proposto que, do ponto de vista temático, busca refletir sobre o ofício das Paneleiras de Goiabeiras, um grupo de artesãos de Vitória (ES), que fabrica panelas de barro com a característica "sem torno nem forno", isto é, sem o uso de molde e a queima feita em fogueiras. Tal ofício foi registrado, em 2002, no Livro dos Saberes do Iphan. Portanto, o objetivo é discutir as políticas patrimoniais desse instituto acerca dos bens imateriais a partir do estudo de caso indicado.

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Biografía del autor/a

  • Aline Vieira de Carvalho, Unicamp
    Pesquisadora do Núcleo de Estudos e Pesquisas Ambientais (Nepam), da Unicamp, Campinas/SP, Brasil.
  • Luciana Cristina de Souza, Campinas
    Programa de Pós-Graduação em História da Unicamp, Campinas/SP, Brasil.

Publicado

2016-10-21

Número

Sección

Artículo

Cómo citar

Podem as panelas falar? O processo de institucionalização do patrimônio imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (IPHAN). (2016). Dialogos, 18(3), 1183-1211. https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/Dialogos/article/view/33953

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