Fotografia e cultura visual nas ditaduras latino-americanas (1960-1980)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4025/dialogos.v23i3.48486

Palavras-chave:

fotografia, cultura visual, ditaduras, América Latina

Resumo

Este artigo tem por objetivo analisar o campo fotográfico que se formou entre os anos 1960 e 1980 na América Latina, em específico no Brasil, na Argentina e no Chile, no período em que esses países estavam mergulhados em seus respectivos governos militares, bem como realizar uma revisão crítica da literatura sobre o assunto. Procuramos, em um primeiro momento, tratar do que ficou conhecido como “plano condor da comunicação”, ou seja, procuramos entender como os governos se utilizaram das fotografias para ratificar suas ações e fortalecer sua imagem. Em seguida, abordaremos a oposição a essas políticas oficiais a partir de diversas estratégias elaboradas pelos fotógrafos, em especial a criação de agências de fotografia. Por fim, procuraremos analisar a questão do trauma representado pelos regimes de exceção em sua relação com a fotografia e a memória através da obra do artista chileno Elías Adasme.

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Biografia do Autor

  • Charles Monteiro, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
    Doutor em História Social (PUC-SP, 2001) Pós-Doutorado em História Social e Cultural da Arte (U. Paris 1 - Panthéon Sorbonne) Professor Adjunto de História no PPG de História da PUCRS
  • Carolina Martins Etcheverry, Professora Colaboradora do PPG de História/PUCRS Bolsista PNPD/CAPES
    Doutora em História (PUCRS, 2012) Mestre em História, Teoria e Crítica da Arte (UFRGS, 2007) Bacharel em História (PUCRS, 2005)

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Publicado

2019-10-15

Como Citar

Fotografia e cultura visual nas ditaduras latino-americanas (1960-1980). (2019). Dialogos, 23(3), 196-215. https://doi.org/10.4025/dialogos.v23i3.48486