[1]
“‘Nada é tão ruim que não possa piorar’: efeitos da reconfiguração dos passivos contingentes no desempenho econômico-financeiro dos clubes de futebol brasileiros”, Enf.:Ref. Cont., vol. 41, nº 3, p. 1–17, out. 2022, doi: 10.4025/enfoque.v41i3.57122.