A GÊNESE DAS FÃBRICAS DE MESAS PARA BILHAR NO CENTRO-SUL BRASILEIRO

Autores

  • Léia Aparecida Veiga Universidade Estadual de Maringá Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/geoinga.v6i1.49241

Palavras-chave:

Fábricas de mesa para bilhar, Gênese, Pequena produção mercantil, Contato próximo,

Resumo

O presente artigo objetiva discutir a gênese das fábricas de mesas para bilhar no contexto da formação socioespacial do Centro-Sul brasileiro, interpretando-se tal processo por meio do materialismo dialético. Discutiu-se a gênese dessa atividade industrial, apresentando elementos explicativos para o surgimento desses estabelecimentos, com destaque para a pequena produção mercantil e o processo de contato próximo. Assim, a partir da análise do setor, verificou-se que em função do tipo de produto e da forma de comercialização, há uma acentuada divisão territorial do trabalho entre os mesmos, havendo fábricas que produzem e realizam a venda propriamente dita, enquanto outras fabricam exclusivamente para a locação. A grande maioria das fábricas apresenta uma gênese comum, engendrada na iniciativa de agentes sociais oriundos da pequena produção mercantil urbana e rural que investiram parcos capitais na criação de empresas industriais. Por meio do contato próximo essas fábricas que produzem mesas para bilhar destinadas a venda ou locação em linhas aumentaram em termos numéricos, principalmente em fases recessivas da economia.

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Biografia do Autor

  • Léia Aparecida Veiga, Universidade Estadual de Maringá
    Geógrafa e Mestre em Geografia, Meio Ambiente e Desenvolvimento pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Doutora em Geografia Humana pela Universidade Estadual de Maringá (UEM). Docente no Centro Universitário Filadélfia de Londrina/UNIFIL.

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Publicado

2014-12-08

Edição

Seção

Artigos