LA CONVIVENCIA ENTRE ADOLESCENTES EN MEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE INTERNAMIENTO

  • Caroline Balbinot
  • Vinicius Coscioni Universidade Federal do Rio Grande do Sul; e Universidade de Coimbra
  • Edinete Maria Rosa
  • Sílvia Helena Koller
Palabras clave: Adolescente en conflicto con la ley;, medidas socioeducativas;, relaciones interpersonales.

Resumen

El objetivo de este artículo es caracterizar la convivencia entre adolescentes en medida socioeducativa de internamiento, desde la perspectiva de los adolescentes. Se realizó entrevistas semiestructuradas con diez adolescentes, entre 16 y 18 años, internos en una unidad socioeducativa en Porto Alegre. Los datos generados en las entrevistas fueron tratados a partir de un análisis temático émico, esto és, generando categorías nativas de acuerdo con las percepciones de los participantes. Los adolescentes revelaron que las facciones criminales eran el base para el establecimiento de relaciones de amistad y rivalidad.  Describieron también un conjunto de normas que configuraban un pacto colectivo en favor de una orden institucional. Relaciones de amistad fueron retratadas, lo que indica la confianza y la seguridad como facilitadores del tiempo de internación. Había también el relato de relaciones sexuales consentidas en consecuencia del longo período de internación. Los resultados indican un clima interpersonal hostil que promueve el sufrimiento psicológico y empeora la situación de vulnerabilidad. Además, la convivencia entre adolescentes ociosos sin el apoyo pedagógico adecuado favorece la perpetuación de los valores e intereses relacionados con la implicación con la criminalidad.

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Publicado
2022-05-31
Cómo citar
Balbinot, C., Coscioni, V., Rosa, E. M., & Koller, S. H. (2022). LA CONVIVENCIA ENTRE ADOLESCENTES EN MEDIDA SOCIOEDUCATIVA DE INTERNAMIENTO. Psicologia Em Estudo, 27. https://doi.org/10.4025/psicolestud.v27i0.48317
Sección
Artigos originais

 

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