Populações nativas: capuchinhos franceses e o governo estadual – práticas e articulações no início do século XX no RS

Autores

  • Cintia Régia Rodrigues Universidade do Vale do Rio dos Sinos (UNISINOS) Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v6i16.22636

Palavras-chave:

Populações nativas, Proteção fraterna, Capuchinhos Franceses

Resumo

Este trabalho analisa a relação entre Igreja Católica e as populações nativas do RS, destacando a atuação dos missionários capuchinhos franceses junto às populações nativas do Rio Grande do Sul no início do século XX. Além disso, averigua-se a articulação entre o Governo Estadual e a Igreja Católica durante a República Velha. Cada Instituição detinha seus interesses: uma desenvolveu a “proteção fraterna” para os nativos, a partir da Diretoria de Terras e Colonização o Governo do Estado organizou uma série de práticas, sendo que o nativo deveria se transformar em mais um agente do projeto de modernização e a outra tentou continuar seu trabalho evangelizador, dentro do contexto de modernização que estava em marcha no Estado Sul-Riograndense.

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Publicado

2013-12-15

Como Citar

Populações nativas: capuchinhos franceses e o governo estadual – práticas e articulações no início do século XX no RS. (2013). Revista Brasileira De História Das Religiões, 6(16), 309-326. https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v6i16.22636