Educação e produção de subjetividades da intolerância: as novas fronteiras da intolerância com a Umbanda

Autores

  • Sidney Nilton de Oliveira UFPR Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v7i20.25129

Palavras-chave:

educação e subjetividade, intolerância e ciberespaço, psicanálise e religiosidade

Resumo

Neste trabalho, procura-se entender como as religiões conservadoras e fundamentalistas, especialmente as neopentecostais, oprimem e destituem a umbanda, nos fóruns tradicionais e contemporâneos. A produção de uma subjetividade da intolerância instituiu-se por práticas hedonistas e alinhando-se também a cultura consumista hegemônica e individualista. Tomando a Umbanda como alvo e cenário onde ocorre e se edifica a intolerância religiosa e a violência contra o universo simbólico de um sagrado emancipador que permite compreender como atuam as formas de subjetivação atuais e como manter possível um resgate da ancestralidade que seja, ao mesmo tempo, resistência e enfrentamento de uma cultura do individualismo e do espetáculo. O ciberespaço tornou-se uma nova fronteira de uma educação conservadora ancorada na propagação de um fundamentalismo conservador e de uma guerra por um sagrado não sexual e monolítico. Nessa perspectiva há um alinhamento em rede das novas formatações da produção das subjetividades da intolerância.

Biografia do Autor

  • Sidney Nilton de Oliveira, UFPR
    Pós-doutor em Economia da Educação (FE – USP), Doutor em Psicologia Social (IP – USP), Coordenador do Curso de Psicologia (UFPR), Diretor do Laboratório de Estudos Freudomarxistas, Membro do Grupo de Estudos de Psicologia Politica da UFC, Membro do Grupo de Pesquisa de Etnopsicologia (USP-RP), Membro de Grupo de Pesquisa Filosofia da Psicanalise (PUCPR), membro do Laboratório Interdisciplinar de Pesquisa em Cultura e Diversidade, Professor do Mestrado em Psicologia (UFPR).

Downloads

Como Citar

Educação e produção de subjetividades da intolerância: as novas fronteiras da intolerância com a Umbanda. (2014). Revista Brasileira De História Das Religiões, 7(20), 79-91. https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v7i20.25129