Representações e práticas mortuárias na cultura popular brasileira: influências e apropriações

Autores

  • Richard Gonçalves André UNESP Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v2i4.26733

Resumo

Este artigo tem por objetivo estabelecer um quadro analítico concernente às principais características das representações e práticas mortuárias existentes na cultura popular brasileira, tais como: o conhecimento do momento do trespasse; a participação da coletividade durante a agonia e o velório; as práticas de exortação e evocação dos mortos; o sepultamento em igrejas e, por fim, o processo de cemiterização. Da perspectiva teórico-metodológica, serão utilizados alguns dos conceitos da história cultural e da história das religiões, tais como representação, prática, apropriação, cultura popular, mito e rito, compreendendo as religiões e religiosidades como fenômenos culturais. A partir dessa reflexão, conclui-se que houve a permanência desse imaginário mórbido na atualidade, a despeito da expansão dos discursos médicos e higienistas no século XIX. Sobrevivência, contudo, que possui características próprias, uma vez que as atitudes em questão respondem aos problemas decorrentes de um diferente contexto histórico.

Biografia do Autor

  • Richard Gonçalves André, UNESP

    Graduado em História pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), mestre e doutorando em História pela Universidade Estadual Paulista (UNESP) Julio de Mesquita Filho, campus de Assis.

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ARTIGOS LIVRES

Como Citar

André, R. G. (2015). Representações e práticas mortuárias na cultura popular brasileira: influências e apropriações. Revista Brasileira De História Das Religiões, 2(4). https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v2i4.26733