Oseberg: rito, mito e memória na construção da identidade nacional norueguesa no século XX

Autores

  • Mário Jorge da Motta Bastos Universidade Federal Fluminense Autor
  • Munir Lutfe Ayoub Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v8i23.29525

Palavras-chave:

Nacionalismo, arqueologia, memória

Resumo

O presente artigo tem como objetivo essencial o desenvolvimento de reflexões historiográficas sobre as escavações e os estudos da embarcação funerária do Oseberg na primeira metade do século XX, a fim de revelar esses estudos como fruto de um período em que a recuperação e o trabalho com a memória dos povos Vikings poderiam criar na Noruega uma identidade nacional que fundamentada em aspectos ritualísticos e mitológicos legitimasse a independência política pela qual este país lutava nesse momento histórico.

Biografia do Autor

  • Mário Jorge da Motta Bastos, Universidade Federal Fluminense
    Bacharel em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (1989), Mestre em História Social pela Universidade Federal Fluminense (1995) e Doutor em História Social pela Universidade de São Paulo (2002). Atualmente, é Professor Associado II do curso de Graduação em História da Universidade Federal Fluminense, onde atua também no Programa de Pós-Graduação, além de pesquisador do "'Translatio Studii' - Núcleo Dimensões do Medievo", e do "Núcleo Interdisciplinar de Estudos e Pesquisas sobre Marx e o Marxismo - Seção Pré-Capitalismo (NIEP-Marx-PréK)", grupos de pesquisa registrados no CNPq. 
  • Munir Lutfe Ayoub, Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
    Graduado e Mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2007-2010 e 2011-2013). Mestre em história medieval com enfase no mundo escandinavo, Munir é Membro do NEVE (Núcleo de estudos Vikings e Escandinavos) e atualmente pleiteia vaga para seu doutorado. 

Downloads

Como Citar

Oseberg: rito, mito e memória na construção da identidade nacional norueguesa no século XX. (2015). Revista Brasileira De História Das Religiões, 8(23), 57-72. https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v8i23.29525