Discutindo o Xamanismo no Mito e na Literatura Escandinava: uma breve revisão historiográfica

Autores

  • Maria Emília Monteiro Porto UFRN Autor
  • Pablo Gomes de Miranda UFRN Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v8i23.29526

Palavras-chave:

História das Religiões, Literatura Islandesa, Xamanismo

Resumo

O objetivo do presente artigo é traçar um breve panorama historiográfico em torno das produções acadêmicas que problematizam o fenômeno xamânico tendo como foco específico as populações escandinavas e suas conexões conforme representadas na literatura e poesia islandesa do século XIII a XV. Pelo seu caráter enquanto revisão historiográfica, o artigo contém uma breve esquematização do pensamento de diversos pesquisadores e a apresentação de suas conclusões e contradições. O debate acadêmico, ainda que direcionado para o âmbito das culturas nórdicas, beneficia amplamente a pesquisa sobre religiosidades de configurações xamânicas. A observação do rito xamânico entre os escandinavos, germânicos e Sámi, foi um vigoroso ponto de debate entre os historiadores, linguistas, arqueólogos e demais pesquisadores dos séculos passados nas diversas áreas do conhecimento comuns aos estudos de História das Religiões. Não almejando esgotar a discussão, nos limitamos a apresentar a manifestação dessas ideias e a problematização de suas definições.

Biografia do Autor

  • Maria Emília Monteiro Porto, UFRN
    Doutora em História pela Universidad de Salamanca, e Professora de História da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN).
  • Pablo Gomes de Miranda, UFRN
    Mestre em História dos Espaços pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Professor Substituto de História Antiga da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e membro do NEVE, Núcleo de Estudos Vikings e Escandinavos.

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Como Citar

Porto, M. E. M., & Miranda, P. G. de. (2015). Discutindo o Xamanismo no Mito e na Literatura Escandinava: uma breve revisão historiográfica. Revista Brasileira De História Das Religiões, 8(23), 73-86. https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v8i23.29526