Neotomismo e política: Leonel Franca e o debate sobre modernidade e totalitarismo

Autores

  • Rogério Luiz de Souza Universidade Federal de Santa Catarina Autor
  • Edison Lucas Fabricio Universidade Federal de Santa Catarina Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v9i25.30961

Palavras-chave:

Catolicismo, Neotomismo, Modernidade, Totalitarismo.

Resumo

Este artigo objetiva discutir o neotomismo. Esta filosofia renovou as premissas de Tomás de Aquino desde o século XIX a partir do impulso proporcionado pela encíclica Aeternis Patris, de Leão XIII. Em fins do século XIX e inicio do XX este modo peculiar de reflexão teve nos intelectuais convertidos ao catolicismo uma importante base de apoio, sendo Jacques Maritain na França o exemplo maior. A reflexão neotomista no campo da filosofia política fez de Maritain um dos autores mais prestigiados no mundo católico. No Brasil, Leonel Franca, junto a outros intelectuais do Centro Dom Vital, também empreendeu reflexões inovadoras sobre a política, especialmente sobre temas como democracia e totalitarismo. Apoiado em noções de obras e autoria de Michel Foucault e de circulação internacional de ideias de Pierre Bourdieu, busca-se compreender como o neotomismo foi relevante nas reflexões políticas do pensamento católico, especialmente de Leonel Franca.

Biografia do Autor

  • Rogério Luiz de Souza, Universidade Federal de Santa Catarina
    É doutor em História Cultural pela Universidade Federal do Paraná e pós-doutorado em Ciências Sociais pela École des Hautes Études en Sciences Sociales, Paris, França. Professor no Departamento de História e no Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal de Santa Catarina
  • Edison Lucas Fabricio, Universidade Federal de Santa Catarina
    É mestre em História Cultural (UFSC-2011) e doutorando em História pelo Programa de Pós-Graduação em História (UFSC).

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Publicado

2016-05-09

Como Citar

Neotomismo e política: Leonel Franca e o debate sobre modernidade e totalitarismo. (2016). Revista Brasileira De História Das Religiões, 9(25), 39-61. https://doi.org/10.4025/rbhranpuh.v9i25.30961