[1]
“Prática habitual de atividade física, hábitos alimentares, modulação autonômica e indicadores antropométricos estão associados à prevalência de pressão arterial elevada?”, JPhysEduc (Maringá), vol. 27, nº 1, p. e-2734, jun. 2016, Acesso em: 3º de junho de 2026. [Online]. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/27854