A Política Externa estadunidense no Oriente Médio e a formulação da Doutrina Carter (1977-1981)

Autores

  • Edson José Perosa Junior Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/revurut.v0i28.19052

Palavras-chave:

Revolução Islâmica, Afeganistão, Détente

Resumo

O ano de 1979 é de fundamental importância para compreendermos os desdobramentos subsequentes do Oriente Médio. Naquele ano deu-se a Revolução Islâmica no Irã e a invasão soviética ao Afeganistão, este último evento marcou o aumento das tensões entre os EUA e a URSS. O governo Jimmy Carter viu-se forçado a reorientar a política externa de forma mais agressiva, devido, à Revolução no Irã e à invasão soviética ao Afeganistão, que levaram o governo dos EUA a perceberem que seus interesses no Oriente Médio periclitavam. A Doutrina Carter definia que os EUA iriam lutar para defender seus interesses no golfo pérsico da ameaça soviética ou de qualquer outro país considerado hostil aos Estados Unidos. Destarte, essa nova orientação da Política Externa marcava uma clara ruptura com a Doutrina Nixon, que evitava uma ação militar direta dos EUA, preferindo defender seus interesses por meio de aliados confiáveis.

Biografia do Autor

  • Edson José Perosa Junior, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
    Mestrando em História Comparada pela PPGHC/UFRJ

Downloads

Publicado

2013-05-28

Edição

Seção

Política Internacional

Como Citar

A Política Externa estadunidense no Oriente Médio e a formulação da Doutrina Carter (1977-1981). (2013). Revista Urutágua, 28, 97-109. https://doi.org/10.4025/revurut.v0i28.19052