Limites do estado de natureza e liberdade civil em Locke

Auteurs-es

  • Andrei Pedro Vanin Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP. Mestrando em Filosofia. Bolsista Capes. Auteur

DOI :

https://doi.org/10.4025/revurut.vi31.24857

Résumé

O artigo procura analisar a maneira pela qual Locke na obra II Tratado sobre o governo civil caracteriza o estado de natureza e a liberdade civil. Para tanto, no primeiro momento analisar-se-á o que configura o estado de natureza, suas características e o que leva o indivíduo a fazer a passagem deste para a sociedade civil. Ainda nesta seção, abordar-se o modo pelo qual os homens podem, já no estado de natureza, serem guiados por leis naturais que regulam, de certa forma, a relação entre os indivíduos. Já na segunda seção, procura-se analisar o que vem a ser a liberdade civil no estado pensado por Locke. Trabalhar-se-á como Locke pensa o estado civil, a divisão de poderes, a escolha dos governantes e o porquê do estado civil ter a tarefa de garantir os direitos fundamentais a vida, a liberdade e a propriedade. Com tal análise o artigo pretende oferecer um guia ao estudo do estado da natureza e da liberdade civil em Locke, contribuindo, assim, de alguma maneira, com as discussões iniciais a respeito desta temática.

Biographie de l'auteur-e

  • Andrei Pedro Vanin, Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP. Mestrando em Filosofia. Bolsista Capes.
    Mestrando em Filosofia. Bolsista Capes. Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP.

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Publié

2015-02-13

Numéro

Rubrique

Filosofia

Comment citer

Vanin, A. P. (2015). Limites do estado de natureza e liberdade civil em Locke. Revista Urutágua, 31, 65-72. https://doi.org/10.4025/revurut.vi31.24857