Entre a vanguarda e o espontaneísmo: embates pela hegemonia do “novo sindicalismo” no Brasil

Autores

  • Stanley Plácido da Rosa Silva Universidade do Estado do Rio de Janeiro Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/revurut.v16i16.3694

Palavras-chave:

Novo sindicalismo, Imposto sindical, Centrais sindicais.

Resumo

Trinta anos após a eclosão das greves de maio de 1978, faz-se necessário um balanço histórico do acontecimento que entrou para a história brasileira como o marco do “novo sindicalismo”. Tendo isso em vista, analisaremos o processo de formação do “novo sindicalismo” e o que ele representou em termos de ruptura ou avanço na luta da classe trabalhadora brasileira. Não obstante, abordaremos também como se construiu a terminologia “novo sindicalismo” em oposição a um “velho sindicalismo”, buscando identificar quais as semelhanças e diferenças existentes entre os sindicalismos do pré-1964 e o do pós-1978.

Biografia do Autor

  • Stanley Plácido da Rosa Silva, Universidade do Estado do Rio de Janeiro
    Mestrando em História Social pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ/FFP. http://lattes.cnpq.br/8223291812145651

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Publicado

2008-09-15

Edição

Seção

História do Movimento Operário

Como Citar

Plácido da Rosa Silva, S. (2008). Entre a vanguarda e o espontaneísmo: embates pela hegemonia do “novo sindicalismo” no Brasil. Revista Urutágua, 16(16), 74-83. https://doi.org/10.4025/revurut.v16i16.3694