https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/healtheduc/issue/feedJournal of Interprofessional Health Education2026-03-20T15:13:08+00:00Edson Roberto Arpini Migueleramiguel@uem.brOpen Journal Systems<p>Journal of Interprofessional Health Education - ISSN<a title="Journal of Interprofessional Health Education" href="https://portal.issn.org/resource/ISSN/2965-145X" target="_blank" rel="noopener"> 2965-145X</a> é uma continuação da Revista Científica Ágape ( ISSN é 2595-9131). É uma publicação oficial do Hospital Universitário Regional de Maringá, na modalidade de publicação contínua, em português. Visa subsidiar a divulgação de pesquisas voltadas à área de saúde e a consolidação nos cursos de residências médicas e multiprofissional e as pós-graduações na área de saúde. Destina-se estabelecer um veículo de informação entre os pesquisadores e a sociedade cientifica, projetando assim, como um polo de referência em gestão e divulgação de pesquisas em Ensino de Ciências da Saúde. Objetivando a contribuir com a consolidação com as residências médicas e multiprofissionais e pós-graduações na área da saúde. A revista pública artigos científicos inéditos, comunicações científicas, artigos de revisão de literatura, relatos de casos, ensaios clínicos, revisão integrativa ou sistemática, revisão de escopo, relato de experiência. A revista adota a modalidade de fluxo contínuo. A Revista está indexada no <a href="https://miguilim.ibict.br/handle/miguilim/8575" target="_blank" rel="noopener">Miguilim</a> e no <a href="https://diadorim.ibict.br/vufind/Record/8575?sid=3864701">Diadorim. </a></p> <p>Revista Científica com Classificação B4 no qualis Capes.</p>https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/healtheduc/article/view/78285O Papel das Fibras Alimentares na Prevenção e Controle do Diabetes Tipo 2: Evidências Clínicas e Mecanismos Metabólicos2026-03-20T15:12:40+00:00Marciele Alves Bolognesemafb-2006@hotmail.comSuellen Cristina de Assis Amaralsuellenamaral6943@gmail.comSandra Freitas da Silvasandra100samara@hotmail.comEloize da Silva Alveseloizeetaus@gmail.com<p>O diabetes tipo 2 (DM2) é uma doença metabólica de alta prevalência global, associada à resistência à insulina e disfunção na regulação glicêmica. O consumo de fibras alimentares tem sido amplamente estudado como estratégia nutricional para a prevenção e controle do DM2, devido aos seus efeitos benéficos no metabolismo da glicose. Esta revisão aborda os mecanismos pelos quais as fibras solúveis e insolúveis influenciam a homeostase glicêmica, incluindo o retardo no esvaziamento gástrico, a modulação da microbiota intestinal, a produção de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) e a redução da inflamação sistêmica. Além disso, são discutidas evidências clínicas que demonstram a associação entre maior ingestão de fibras e menor risco de desenvolvimento de DM2, bem como melhora no controle glicêmico em indivíduos diabéticos. Estudos sugerem que uma dieta rica em fibras (≥ 25-30 g/dia) está relacionada a menores níveis de glicemia de jejum, hemoglobina glicada (HbA1c) e resistência à insulina. Por fim, são apresentadas recomendações práticas para o aumento do consumo de fibras na população geral e em grupos de risco, destacando fontes alimentares como cereais integrais, legumes, frutas e vegetais. Conclui-se que a inclusão de fibras na dieta representa uma intervenção eficaz, segura e acessível na prevenção e manejo do DM2, reforçando a importância de políticas públicas e orientações nutricionais para sua promoção.</p>2026-02-23T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/healtheduc/article/view/75769TRATAMENTO MEDICAMENTOSO DE SINTOMAS OBSESSIVOS- COMPULSIVOS NO PACIENTE BIPOLAR: UMA REVISÃO INTEGRATIVA2026-03-20T15:13:05+00:00Leonardo Ramos da Rochaleonardofoznet@hotmail.com<div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é uma condição que frequentemente ocorre de forma comórbida a outros transtornos psiquiátricos, estimando-se uma prevalência entre 3% e 24% em pacientes bipolares. Os inibidores seletivos da recaptação da serotonina são a primeira linha de tratamento do TOC, mas seu uso no transtorno afetivo bipolar (TAB) pode levar a instabilidade do humor. A abordagem terapêutica dessa comorbidade permanece como um desafio clínico. O objetivo deste artigo foi buscar as principais e atuais evidências sobre o tratamento medicamentoso da comorbidade TOC/TAB. Foi realizada uma revisão integrativa de literatura entre julho e agosto de 2024 nos bancos de dados Medical Literature Analysis and Retrievel System Online (MEDLINE) via PubMed, Cochrane, Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências em Saúde (LILACS). Foram selecionados 7 artigos publicados nos últimos 5 anos para a amostra final. O uso de estabilizadores de humor, como lítio ou valproato de sódio, é recomendado pela maioria dos artigos, frequentemente associados a antipsicóticos de segunda geração para potencialização do tratamento. Desaconselha-se a prescrição de antidepressivos devido ao risco de virada maníaca ser aumentada neste grupo de pacientes. A estabilização do humor deve ser o foco principal da abordagem e o uso de lítio associado ao aripiprazol parece ser a principal recomendação para o tratamento farmacológico dos casos comórbidos.</p> </div> </div> </div>2025-12-12T00:00:00+00:00Copyright (c) 2025 https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/healtheduc/article/view/74687DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DO INSTRUMENTO BRIGHTON PEDIATRIC EARLY WARNING SCORE (BPEWS) E IMPLEMENTAÇÃO EM ENFERMARIA PEDIÁTRICA2026-03-20T15:13:08+00:00Daiane Cristina Moderno Estevam Inouedai.prof.enfe@gmail.comMauro Porcumporcu@uol.br<p style="font-weight: 400;">Este estudo visa avaliar a eficácia de um software desenvolvido para o Brighton Pediatric Early Warning Score (BPEWS), implementado na enfermaria pediátrica de um hospital escola, visando melhorar a segurança dos pacientes pediátricos e reduzir complicações. A metodologia inclui o desenvolvimento de um software integrado ao prontuário eletrônico e treinamento da equipe de enfermagem, seguido de coleta de dados por questionários para avaliar a usabilidade e aplicabilidade. Espera-se que a ferramenta contribua para um reconhecimento mais ágil de sinais clínicos graves, promovendo intervenções rápidas e reduzindo a necessidade de transferências para UTIs pediátricas<sup>1, 2</sup>. Além disso, o projeto busca fornecer subsídios para futuras implementações da ferramenta em outros ambientes hospitalares, reforçando a qualidade e segurança no atendimento pediátrico<sup>3, 4</sup>.</p>2026-03-12T14:11:32+00:00Copyright (c) 2026