Journal of Interprofessional Health Education https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/healtheduc <p>Journal of Interprofessional Health Education - ISSN<a title="Journal of Interprofessional Health Education" href="https://portal.issn.org/resource/ISSN/2965-145X" target="_blank" rel="noopener">&nbsp;2965-145X</a> é uma continuação da Revista Científica Ágape ( ISSN é 2595-9131). É uma publicação oficial do Hospital Universitário Regional de Maringá. visa subsidiar a divulgação de pesquisas<br>voltadas à área de saúde e a consolidação nos cursos de residências médicas e multiprofissional e as pós-graduações na área de saúde. Destina-se estabelecer um veículo de informação entre os pesquisadores e a sociedade cientifica, projetando assim, como um polo de referência em gestão e divulgação de pesquisas em Ensino de Ciências da Saúde. Objetivando a contribuir com a consolidação com as residências médicas e multiprofissionais e pós-graduações na área da saúde. A revista pública artigos científicos inéditos, comunicações científicas, artigos de revisão de literatura, relatos de casos, ensaios clínicos, revisão integrativa ou sistemática, revisão de escopo, relato de experiência. A revista adota a modalidade de fluxo contínuo. A Revista está indexada no <a href="https://miguilim.ibict.br/handle/miguilim/8575" target="_blank" rel="noopener">Miguilim</a> e no <a href="https://diadorim.ibict.br/vufind/Record/8575?sid=3864701">Diadorim.</a></p> pt-BR <p>Declaro que o presente artigo é original, não tendo sido submetido à publicação em qualquer outro periódico nacional ou internacional, quer seja em parte ou em sua totalidade.</p> <p>Os direitos autorais pertencem exclusivamente aos autores. Os direitos de licenciamento utilizados pelo periódico é a licença Creative Commons Attribution 4.0 (CC BY NC 4.0): são permitidos o compartilhamento (cópia e distribuição do material em qualquer suporte ou formato) e adaptação (<em>remix</em>, transformação e criação de material a partir do conteúdo assim licenciado para fins não comerciais</p> <p>Recomenda-se a leitura&nbsp;desse <a href="https://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/legalcode" target="_blank" rel="noopener">link</a>&nbsp;para maiores informações sobre o tema: fornecimento de créditos e referências de forma correta, entre outros detalhes cruciais para uso adequado do material licenciado.&nbsp;</p> eramiguel@uem.br (Edson Roberto Arpini Miguel) hum-revistacientifica@uem.br (Cicilia Conceição de Maria) Sex, 19 Dez 2025 15:23:09 +0000 OJS 3.1.2.1 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Apresentação e descrição de planejamento didático em neuroanatomia humana a partir de uma abordagem digital de gamificação https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/healtheduc/article/view/77564 <p>O artigo propõe um plano de ensino gamificado para a disciplina de neuroanatomia humana teórica, voltado a estudantes de graduação em ciências da saúde. Seu objetivo principal é reduzir a <em>neurofobia</em>, conhecida como o medo ou a aversão ao aprendizado desse neurociências, e elevar o engajamento dos alunos por meio de estratégias lúdicas e interativas. Desenvolvido no âmbito de um curso de formação continuada, o método baseia-se em um relato de experiência qualitativo, sustentado por uma revisão bibliográfica e pela análise documental de ferramentas digitais, como Kahoot!, Anatomy Learning e Google Classroom. O plano estrutura-se em cinco módulos temáticos, cada qual integrando jogos interativos, sistemas de pontuação e avaliações formativas dinâmicas. Essas atividades foram planejadas para promover uma aprendizagem progressiva e dinâmica, que estimula a autonomia e a motivação dos estudantes. Os resultados destacam o uso de plataformas digitais para facilitar a visualização tridimensional de estruturas neuroanatômicas e criar um ambiente de aprendizado ao mesmo tempo interativo e inovador. Na discussão, reconhece-se a relevância do planejamento didático como etapa formativa para os professores envolvidos na atividade, embora o plano ainda não tenha sido implementado em sala de aula, o que limita sua validação empírica. Conclui-se que o modelo apresenta uma base conceitual de relevo para inovar o ensino de neuroanatomia, mas sua eficácia depende de aplicações futuras. Além disso, o uso de versões gratuitas das ferramentas digitais pode restringir o potencial pleno da gamificação proposta.</p> Fábio Luiz Nunes (Autor) Copyright (c) 2025 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/healtheduc/article/view/77564 Sex, 19 Dez 2025 15:08:21 +0000 TRATAMENTO MEDICAMENTOSO DE SINTOMAS OBSESSIVOS- COMPULSIVOS NO PACIENTE BIPOLAR: UMA REVISÃO INTEGRATIVA https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/healtheduc/article/view/75769 <div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é uma condição que frequentemente ocorre de forma comórbida a outros transtornos psiquiátricos, estimando-se uma prevalência entre 3% e 24% em pacientes bipolares. Os inibidores seletivos da recaptação da serotonina são a primeira linha de tratamento do TOC, mas seu uso no transtorno afetivo bipolar (TAB) pode levar a instabilidade do humor. A abordagem terapêutica dessa comorbidade permanece como um desafio clínico. O objetivo deste artigo foi buscar as principais e atuais evidências sobre o tratamento medicamentoso da comorbidade TOC/TAB. Foi realizada uma revisão integrativa de literatura entre julho e agosto de 2024 nos bancos de dados Medical Literature Analysis and Retrievel System Online (MEDLINE) via PubMed, Cochrane, Scientific Electronic Library Online (SciELO) e Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências em Saúde (LILACS). Foram selecionados 7 artigos publicados nos últimos 5 anos para a amostra final. O uso de estabilizadores de humor, como lítio ou valproato de sódio, é recomendado pela maioria dos artigos, frequentemente associados a antipsicóticos de segunda geração para potencialização do tratamento. Desaconselha-se a prescrição de antidepressivos devido ao risco de virada maníaca ser aumentada neste grupo de pacientes. A estabilização do humor deve ser o foco principal da abordagem e o uso de lítio associado ao aripiprazol parece ser a principal recomendação para o tratamento farmacológico dos casos comórbidos.</p> </div> </div> </div> Leonardo Ramos da Rocha (Autor) Copyright (c) 2025 https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/healtheduc/article/view/75769 Sex, 12 Dez 2025 00:00:00 +0000