Journal of Agronomic Sciences
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<p>O períódio Journal of Agronomic Sciences foi fundado em 2012 com o objetivo de promover a divulgação dos resultados de pesquisas realizadas pela área de ciências agrágias. Criado em um contexto de crescente produção científica e com a instalação do programa de pós-graduação em Ciências Agrárias, o periódico tem como foco a divulgação de estudos nas áreas de Agronomia, Zootecnia, Medicina Veterinária, Biologia e Engenharia Agrícola. Ao longo dos anos, a revista consolidou-se como um importante canal de disseminação científica, alcançando visibilidade nacional.</p>pt-BRanolla@uem.br (Antonio Nolla)trbsilva@uem.br (Tiago Roque Benetoli da Silva)Seg, 27 Abr 2026 10:47:37 +0000OJS 3.1.2.1http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss60ALTERNATIVAS PARA ADUBAÇÃO FOSFATADA NA CULTURA DO GIRASSOL
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<div class="page" title="Page 1"> <div class="layoutArea"> <div class="column"> <p>O girassol (Helianthus annuus L.) destaca-se pela produção de óleo vegetal, ocupando a quarta posição mundial, além do potencial para biodiesel e alimentação animal. Contudo, o potencial produtivo da cultura é frequentemente limitado pela baixa disponibilidade de fósforo em solos tropicais. O objetivo deste estudo foi reunir as pesquisas científicas a fim de comparar a eficiência de fontes fosfatadas (superfosfato triplo, fosfato natural reativo e pó de rocha) e analisar suas implicações para a viabilidade do cultivo de girassol. Em solos tropicais intemperizados, como Latossolos e Argissolos, a disponibilidade de fósforo é limitada pela alta fixação específica do íon fosfato com os óxidos de ferro e alumínio, formando compostos pouco solúveis. O superfosfato triplo proporciona liberação imediata do nutriente, porém está sujeito à rápida fixação em solos ácidos. O fosfato natural reativo apresenta liberação gradual e efeito residual pronunciado, sendo indicado para solos com pH abaixo de 5,5. O pó de rocha atua como fonte de liberação lenta, contribuindo para a fertilidade do solo ao longo do ciclo. A escassez de estudos específicos com o girassol reforça a necessidade de pesquisas que subsidiem recomendações de adubação fosfatada para a cultura.</p> </div> </div> </div>Pedro Henrique da Silva, Antonio Nolla, Thiago Henrique de Souza, Adriely Vechiato Bordin
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https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/jas/article/view/83422Seg, 13 Abr 2026 20:20:08 +0000ESTRATÉGIAS DE CORREÇÃO DA ACIDEZ DO SOLO PARA O CULTIVO DE MAMONA NO NOROESTE DO PARANÁ
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<p>A mamona apresenta relevância no agronegócio brasileiro, destacando-se pela produção de óleo com ampla versatilidade industrial. Contudo, o potencial produtivo da cultura é frequentemente limitado pela acidez do solo. O objetivo deste estudo foi reunir e analisar pesquisas científicas a fim de identificar uma alternativa para a correção da acidez do solo no cultivo de mamona no noroeste do Paraná. A acidez do solo promove a substituição de cátions básicos da CTC por H⁺ e Al³⁺. Como consequência, há redução da saturação por bases, aumento do Al³⁺ e menor disponibilidade de nutrientes. A correção da acidez visa neutralizar H⁺ e Al³⁺, elevar o pH e melhorar a fertilidade do solo. O calcário é o corretivo mais utilizado, atuando na neutralização da acidez e no fornecimento de Ca<sup>2+</sup> e Mg<sup>2+</sup>. Contudo, sua baixa solubilidade limita a ação às camadas superficiais. Alternativamente, silicatos de cálcio e magnésio apresentam maior solubilidade e capacidade de atuação em profundidade. Esses compostos elevam o pH e reduzem o Al³⁺ por meio da liberação de hidroxilas. Além disso, fornecem silício, elemento benéfico em condições de estresses. Assim, os silicatos podem apresentar maior eficiência agronômica em subsuperfície, favorecendo o crescimento radicular e a absorção de água e nutrientes.</p>Pedro Henrique da Silva, Antonio Nolla, Thiago Henrique de Sozua, Adriely Vechiato Bordin
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https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/jas/article/view/83430Ter, 14 Abr 2026 01:01:46 +0000ASPECTOS DA ACIDEZ E CORREÇÃO DO SOLO PARA O CULTIVO DE HELIANTHUS ANNUUS
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<p style="font-weight: 400;">O girassol (Helianthus annuus L.) é uma cultura de elevada relevância econômica, utilizada na produção de óleo, biodiesel e alimentação animal. Contudo, sua produtividade é afetada por limitações químicas do solo, especialmente a acidez. Essa condição é comum em solos tropicais brasileiros e impacta diretamente o desenvolvimento da cultura. Objetivou-se reunir e analisar informações científicas sobre a interação entre o girassol e a acidez do solo, com ênfase nos efeitos da toxicidade por alumínio, nos atributos químicos do solo relacionados à calagem e nos critérios técnicos para sua recomendação. A literatura demonstra que solos ácidos, caracterizados por baixos valores de pH, alta saturação por alumínio e deficiência de cálcio e magnésio, limitam significativamente o crescimento do girassol. A toxicidade por Al³⁺ afeta principalmente o sistema radicular, reduzindo sua expansão e comprometendo a absorção de água e nutrientes. Estudos indicam que a cultura apresenta melhor desempenho em solos com pH entre 5,5 e 6,0 e saturação por bases superior a 60%. Nesse contexto, a calagem é amplamente reconhecida como a prática mais eficiente para corrigir a acidez do solo, pois promove a neutralização do alumínio tóxico, eleva o pH e aumenta a disponibilidade de Ca²⁺ e Mg²⁺. Além disso, contribui para a melhoria da capacidade de troca catiônica e da fertilidade do solo. A recomendação adequada da calagem deve considerar parâmetros como análise química do solo, necessidade de calagem e características específicas da cultura, sendo essencial para maximizar o potencial produtivo do girassol em ambientes tropicais.</p> <p style="font-weight: 400;"> </p>Thiago Henrique de Souza, ANTONIO NOLLA, Pedro Henrique da Silva, THAYNARA GARCEZ DA SILVA
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https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/jas/article/view/83703Dom, 26 Abr 2026 23:30:26 +0000CULTIVO DE MANDIOCA NA REGIÃO NOROESTE DO PARANÁ E EFEITO DA ADUBAÇÃO POTÁSSICA
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<p style="font-weight: 400;">A mandioca (<em>Manihot esculenta</em> Crantz) é uma cultura de grande relevância socioeconômica, especialmente na agricultura familiar, sendo amplamente cultivada no Brasil e no mundo. Apesar de sua rusticidade e capacidade de produção em solos de baixa fertilidade, a cultura apresenta elevada extração de nutrientes, com destaque para o potássio, essencial para processos fisiológicos como transporte de carboidratos e formação de raízes tuberosas. Em solos arenosos, como os predominantes na região noroeste do Paraná, a baixa capacidade de retenção de nutrientes intensifica a necessidade de manejo adequado da adubação potássica. O presente estudo aborda a importância do potássio na cultura da mandioca, destacando aspectos relacionados à fertilidade do solo, manejo nutricional, fontes de fertilizantes e efeitos sobre produtividade e qualidade das raízes. Evidências indicam que a aplicação adequada de potássio, especialmente de forma parcelada, contribui significativamente para o incremento da produtividade, teor de amido e características comerciais das raízes. Assim, o manejo racional da adubação potássica é fundamental para a sustentabilidade e rentabilidade do cultivo de mandioca na região estudada.</p>JAMESON BORGES DA SILVA, TIAGO ROQUE BENETOLI DA SILVA, ANTONIO NOLLA, CHARLINE ZARATIN ALVES
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<p>A mamona (<em>Ricinus communis</em> L.) é uma oleaginosa de expressiva importância econômica, com potencial produtivo frequentemente limitado pela acidez do solo, condição prevalente nos solos tropicais brasileiros. O objetivo desta revisão foi reunir informações científicas sobre os principais corretivos de acidez utilizados na agricultura brasileira, suas características técnicas e sua aplicabilidade ao cultivo da mamona. A correção da acidez é indispensável para neutralizar o alumínio tóxico (Al<sup>3+</sup>), elevar o pH e disponibilizar cálcio e magnésio, nutrientes essenciais à formação dos frutos e à síntese dos ácidos graxos do óleo. Os corretivos disponíveis no mercado são: calcário calcítico, magnesiano e dolomítico, cal virgem, cal hidratada, calcário calcinado e escória siderúrgica. Esses corretivos diferem entre si quanto à natureza química, poder de neutralização (PN), reatividade (RE), poder relativo de neutralização total (PRNT), velocidade de ação, efeito residual e custo. A escolha do corretivo mais adequado depende do diagnóstico preciso da acidez do solo, das características edáficas regionais e das exigências nutricionais da cultura. Em solos arenosos do Noroeste do Paraná, com baixa capacidade de troca catiônica e elevada suscetibilidade à acidificação, o manejo dos corretivos deve ser feito com critério para evitar tanto a subdose quanto a supercalagem, que pode comprometer a disponibilidade de micronutrientes e a produtividade da mamoneira.</p>THIAGO HENRIQUE DE SOUZA, ANTONIO NOLLA, PEDRO HENRIQUE DA SILVA, TIAGO ROQUE BENETOLI DA SILVA, ANTONIO SÉRGIO DO AMARAL
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