Estimativa do tempo de vida útil de represa de pequeno porte - DOI: 10.4025/actascitechnol.v31i1.1517

Andre Gustavo Mazzini Bufon, Paulo Milton Barbosa Landim, Jose Savio Colares Melo

Resumo


O trabalho foi realizado com o objetivo de comparar dois métodos para estimar o tempo de vida útil de um reservatório pequeno e raso, localizado no Município de Pirassununga, Estado de São Paulo: 1) sedimentométrico, com uso de câmaras de sedimentação, e 2) batimétrico. Na utilização do modelo para a estimativa do tempo de vida útil para a Represa Velha, para os dois métodos, a média anual entre os anos foi de 50 anos, apresentando-se semelhante entre os anos iniciais de 1998/1999, com 51 anos, e os anos finais de 2004/2005, com 46 anos, e oscilando entre os anos de 1999/2000, com 27 anos, e 2000/2001, com 76 anos. Os resultados obtidos no trabalho indicaram que é possível estimar o tempo de vida útil de represas de pequeno volume com o emprego do método sedimentométrico, conhecendo-se o valor do coeficiente de correção (K'). Este coeficiente é obtido a partir dos valores de tempo de vida útil, calculados pelos métodos sedimentométrico e batimétrico simultaneamente, durante o período de um ano.

Palavras-chave


sedimentação; batimetria; reservatório; vida útil

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DOI: http://dx.doi.org/10.4025/actascitechnol.v31i1.1517





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