Metabolic Theory of Ecology and diversity of continental zooplankton in Brazil - doi: 10.4025/actascibiolsci.v34i1.9087

Autores

  • Olívia Penatti Pinese Universidade Federal de Goiás - UFG Autor
  • Fernanda Aparecida da Silva Cassemiro Universidade de Brasília - UnB Autor
  • José Fernando Pinese Universidade Federal de Uberlândia - UFU Autor
  • José Alexandre Felizola Diniz-Filho Universidade Federal de Goiás - UFG Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascibiolsci.v34i1.9087

Palavras-chave:

macroecology, biodiversity, Copepoda, Cladocera, Rotífera, temperature gradients

Resumo

Several ecological hypotheses try to explain geographical patterns in biodiversity. The Metabolic Theory of Ecology (MTE) predicts that temperature is the main determinant of richness patterns for ectothermic organisms and that the relationship between richness (lnS) and temperature (1/kT) is a linear relationship with angular coefficient (b) near -0.65. This study tested the MTE for continental zooplankton diversity in 63 lakes in Brazil. Copepoda, Cladocera and Rotifera, as well as the three groups combined, showed different patterns from that predicted by MTE, with b values equal to 0.871, 0.516, 0.720 and 0.901, respectively. Temperature explains 12.7% of the richness of Copepoda, 5.3% of Cladocera, 6.7% of Rotifera, and 11.4% of all zooplankton groups together. Several studies have shown that the MTE does not apply to many terrestrial groups, perhaps because the model does not consider variances generated by other factors such as environmental spatial range, body size and other variables. The present study confirms this point of view, expanding it to continental aquatic invertebrates as well. macroecology; biodiversity; Copepoda; Cladocera; Rotífera; temperature gradients

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Biografia do Autor

  • Olívia Penatti Pinese, Universidade Federal de Goiás - UFG
    Instituto de Ciências Biológicas (ICB) – Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução – Laboratório de Ecologia Teórica e Síntese – Campus II, Samambaia – Goiânia, Goiás, CEP: 74.001-970, Goiânia, GO – Telefones: (62) 3521-1203 / (62) 3521-1190.
  • Fernanda Aparecida da Silva Cassemiro, Universidade de Brasília - UnB
    Instituto de Ciências Biológicas (ICB) – Programa de Pós-Graduação em Biologia Animal – Campus Universitário Darcy Ribeiro – Asa Norte – ICC Ala Sul, Sala AT 159 – CEP: 70.910-900, Brasília, DF – Telefone: (61) 3307-1813.
  • José Fernando Pinese, Universidade Federal de Uberlândia - UFU
    Instituto de Biologia – Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação dos Recursos Naturais – Campus Umuarama – Rua Ceará, s/n – Bloco 2D – Sala 22A – CEP: 38.400.902, Uberlândia, MG – Telefone: (34) 3218-2243.
  • José Alexandre Felizola Diniz-Filho, Universidade Federal de Goiás - UFG
    Instituto de Ciências Biológicas (ICB) – Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Evolução – Laboratório de Ecologia Teórica e Síntese – Campus II, Samambaia – Goiânia, Goiás, CEP: 74.001-970, Goiânia, GO – Telefones: (62) 3521-1203 / (62) 3521-1190.

Publicado

2011-06-09

Edição

Seção

Ecologia e Limnologia

Como Citar

Metabolic Theory of Ecology and diversity of continental zooplankton in Brazil - doi: 10.4025/actascibiolsci.v34i1.9087. (2011). Acta Scientiarum. Biological Sciences, 34(1), 69-75. https://doi.org/10.4025/actascibiolsci.v34i1.9087

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