Percepção ambiental de visitantes do Zoo de Brasília e a possibilidade de se aprender e ensinar nesse ambiente

Autores

  • Georgia Maria de Oliveira Aragão Instituto Piauiense de Pesquisa Aplicada para a Gestão Pública
  • Ricardo Kazama Universidade Federal de Santa Catarina

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v36i1.22221

Palavras-chave:

conservação da biodiversidade, educação ambiental, educação não-formal

Resumo

A percepção ambiental dentro de ambientes não formais de ensino, como é o caso dos zoológicos, pode ser uma forma de se avaliar as necessidades e possíveis dificuldades que esses ambientes tenham para interagir diretamente com o público de forma a transmitir informações que irão fomentar um senso crítico e ético ambientalmente correto. Nesse sentido, o artigo trata de um estudo de percepção ambiental de visitantes do Zoo de Brasília, onde foi avaliado sobre a percepção desses a respeito das informações que o zoo se propõe a repassar, como também sobre as que deveriam e por algum motivo são falhas. Percebeu-se, principalmente, que existe o interesse de se saber a origem dos animais, bem como seu destino final, além de ficar claro que os visitantes não sabem exatamente qual o exercício de um zoológico. Nesse sentido, torna-se necessário que práticas mais claras e de acesso irrestrito sejam realizadas nas dependências do zoológico, o que irá acarretar em visitantes mais informados, ambientalmente educados e potenciais agentes atuantes na conservação da biodiversidade. 

 

 

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Publicado

2014-08-22

Edição

Seção

Educação

Como Citar

Percepção ambiental de visitantes do Zoo de Brasília e a possibilidade de se aprender e ensinar nesse ambiente. (2014). Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 36(1), 63-71. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v36i1.22221

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