The red death: American exceptionalism and U.S.S.R. representations in Marvel’s Black Widow

Autores

  • Davi Silva Gonçalves Universidade Estadual do Centro-Oeste

DOI:

https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v44i2.62917

Palavras-chave:

red guardian; Natasha Romanoff; U.S.S.R.; American exceptionalism.

Resumo

O objetivo deste estudo é analisar representações da U.S.S.R. no filme Viúva Negra, da Marvel (2021). Este objeto foi escolhido porque ele fornece uma perspectiva dos E.U.A. acerca de uma protagonista soviética – que ganha a chance de contar sua “própria” história. Mais especificamente, apesar da história de Natasha Romanoff (a Viúva Negra) ser o centro da narrativa, o foco analítico é outro personagem: Alexi Alanovich Shostakov, o Guardião Vermelho (a versão da União Soviética do Capitão América). Isto é, ainda que a protagonista, bem como outras questões relacionadas a sua história, seja, por vezes, abordada no estudo, a história de Alexi é privilegiada, já que ele surge como um ícone obsoleto da guerra ideológica entre Estados Unidos e União Soviética. O inimigo do mundo, já por muito tempo, segue sendo a ameaça vermelha. Talvez mais do que nunca, tudo que diverge do status quo é considerado “coisa de comunista”. Deste modo, de uma maneira mais abrangente, esse estudo investiga se e de que maneira esse anticomunismo, que data da Guerra Fria, também tem sido disseminado através da construção dos super-heróis da Marvel e de seus adversários.

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Publicado

2023-03-20

Edição

Seção

Ciências Sociais

Como Citar

The red death: American exceptionalism and U.S.S.R. representations in Marvel’s Black Widow . (2023). Acta Scientiarum. Human and Social Sciences, 44(2), e62917. https://doi.org/10.4025/actascihumansoc.v44i2.62917

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