Atividade econômica

  • Marcia Istake Universidade Estadual de Maringá
  • Raoni F. de Almeida Andre Universidade Estadual de Maringá
  • Arthur Machado de Oliveira Universidade Estadual de Maringá
  • Bruno Leite Corrêa Universidade Estadual de Maringá
  • Caio Gabriel Vanni Universidade Estadual de Maringá
  • Caio Gabriel Vanni Universidade Estadual de Maringá
  • Gabriel Picoloto Ninno Universidade Estadual de Maringá
  • Guilherme Peres da Silva Universidade Estadual de Maringá
  • João Attilio de Sá Depolli Universidade Estadual de Maringá
  • José Eduardo Domingues Zini Universidade Estadual de Maringá
  • José Eduardo Domingues Zini Universidade Estadual de Maringá
  • Kayo Felipe da Silva Santos Universidade Estadual de Maringá
  • Luiz Eduardo Coimbra Lopes Universidade Estadual de Maringá
  • Luiz Felipe Otake Universidade Estadual de Maringá
  • Thiago Arouca Lameira Gilo Universidade Estadual de Maringá
  • Willian K. dos Santos Universidade Estadual de Maringá
  • Willian Fortunato Maruo Universidade Estadual de Maringá
Palavras-chave: PIB, Indústria, Comércio, E-commerce, Serviços

Resumo

O Brasil iniciou 2025 com um resultado para o PIB inferior ao observado em 2024. O crescimento dos impostos também foi menor, em relação a 2024, ano que registrou a maior carga tributária das últimas duas décadas no Brasil. Destaca-se a recuperação da agropecuária, o aumento dos investimentos e a fragilidade do setor externo, diante das medidas tarifárias adotadas pelos Estados Unidos. A economia paranaense iniciou 2025 com desempenho superior ao do Brasil em todos os setores, com destaque para a agropecuária. O comércio brasileiro cresceu, porém, a uma taxa menor que em 2024, com destaque de queda para móveis e de aumento para eletrodomésticos. Dentre os estados da região sul o comércio do Paraná foi o que menos cresceu 1,8%, mas esse resultado ainda é maior que a média brasileira 0,3%. A indústria brasileira apresentou desempenho desigual, com desaceleração na indústria geral, apesar do avanço da indústria extrativa e do protagonismo da indústria de transformação, ainda afetada por juros altos, carga tributária e demanda fraca. Em contraste, o setor de serviços manteve crescimento moderado e maior resiliência, impulsionado principalmente pela tecnologia da informação e pelo transporte aéreo.

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Referências

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Publicado
2026-03-26