CARTOGRAFIA DE SÃNTESE E GEOGRAFIA DA SAÚDE: APROXIMAÇÕES TEÓRICAS

Autores

  • Heitor Matos da Silveira Autor
  • Naibi Souza Jayme Autor

DOI:

https://doi.org/10.4025/bolgeogr.v32i3.21071

Palavras-chave:

Geografia da Saúde. Geoprocessamento. Cartografia de Síntese. Planejamento.

Resumo

Em sua história, a Geografia Médica tem se pautado na espacialização das informações relativas à manifestação de diferentes tipos de doenças no espaço geográfico. Doravante, com o desenvolvimento dos estudos voltados ao Planejamento em saúde, há a necessidade de elaborarem-se mapas cada vez mais precisos para melhores tomadas de decisões. A partir disso, a atual Geografia da Saúde utiliza-se de mapas para atingir seus objetos de estudo. Neste sentido, o presente artigo busca mostrar as contribuições que um mapa de síntese traz ao Planejamento e Gestão da Saúde. Buscou-se em referências bibliográficas que concernem as temáticas de SIG e Geografia da Saúde, assim como trabalhos que se utilizam de mapas de síntese para elucidação da importância deste tipo de mapeamento. Com isso, fora possível entender a importância destes mapas para o Planejamento Territorial em Saúde, com novas ferramentas e técnicas. 

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Publicado

2015-02-13

Edição

Seção

Artigos científicos

Como Citar

CARTOGRAFIA DE SÍNTESE E GEOGRAFIA DA SAÚDE: APROXIMAÇÕES TEÓRICAS. Boletim de Geografia, [S. l.], v. 32, n. 3, p. 122–137, 2015. DOI: 10.4025/bolgeogr.v32i3.21071. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BolGeogr/article/view/21071. Acesso em: 6 jun. 2026.