GEOTURISMO NO PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA/MG (PEI): POTENCIALIDADES E LIMITAÇÕES

Autores/as

  • Lilian Carla Moreira Bento Autor/a
  • Sílvio Carlos Rodrigues Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/bolgeogr.v32i2.19409

Palabras clave:

Unidades de conservação. Geodiversidade. Interpretação ambiental.

Resumen

Devido ao aumento da visitação em áreas naturais, tem crescido também os segmentos relacionados, direta ou indiretamente, ao turismo de base natural. O geoturismo é um exemplo dessa situação, tendo surgido em meados da década de 1990, com o objetivo de satisfazer a um novo perfil de turista. Este turista tem preocupação ambiental e visa ao entendimento da geodiversidade dos locais visitados, numa perspectiva didático-científica e de divulgação dessa vertente da natureza. O objetivo desse trabalho é realizar um levantamento das potencialidades e limitações para o desenvolvimento do geoturismo no Parque Estadual do Ibitipoca/MG, numa tentativa de envolver os turistas que já frequentam o local. O PEI é uma unidade de conservação com grande visitação, no Estado de Minas Gerais, e diante da metodologia empregada, infere-se que apresenta potencial para a implantação do geoturismo. No entanto, existem, atualmente, algumas limitações para que isso aconteça, como a falta de capacitação dos funcionários e guias de turismo, no que se refere ao entendimento da geodiversidade local, bem como sua divulgação em pontos estratégicos do parque com a colocação, por exemplo, de painéis interpretativos. 

Publicado

2014-12-03

Número

Sección

Artigos científicos

Cómo citar

GEOTURISMO NO PARQUE ESTADUAL DO IBITIPOCA/MG (PEI): POTENCIALIDADES E LIMITAÇÕES. Boletim de Geografia, [S. l.], v. 32, n. 2, p. 50–64, 2014. DOI: 10.4025/bolgeogr.v32i2.19409. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BolGeogr/article/view/19409. Acesso em: 6 jun. 2026.