CIDADES PEQUENAS NA FRONTEIRA: OS CASOS DE CARACOL E BELA VISTA, NO MATO GROSSO DO SUL, BRASIL

Autores/as

  • Orlando Moreira Junior Professor Adjunto da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) Autor/a

DOI:

https://doi.org/10.4025/bolgeogr.v36i3.36394

Palabras clave:

Cidades pequenas. Fronteira. Cidade gêmea.

Resumen

Este artigo apresenta algumas considerações sobre a configuração intra-urbana associada à dinâmica sócio-demográfica, econômica e de organização do espaço de cidades pequenas localizadas em uma região fronteiriça, tendo como referencial empírico as cidades de Caracol e Bela Vista, no estado de Mato Grosso do Sul, Brasil. Ambas fazem fronteira com o Paraguai. A cidade de Caracol é analisada a partir do isolamento territorial, cujo núcleo urbano localiza-se distante de outras cidades, caracterizado pelo entorno rural e pelas ruralidades. Em contrapartida, Bela Vista possui uma dinâmica urbana diferenciada, marcada pela conurbação internacional com a cidade de Bella Vista Norte no Paraguai. O fato de se tratar de uma cidade gêmea traz consigo algumas problemáticas que envolvem questões de segurança e ilegalidade, bem como atuação do Estado para defender a soberania nacional. Deste modo, pretende-se apresentar um estudo sobre cidades pequenas ante o cenário regional fronteiriço, visto que a dinâmica espacial, demográfica e as relações socioeconômicas possuem interações diferenciadas que ajudam a compreender os papéis e significados urbanos por elas assumidos, bem como as especificidades da dinâmica interna de seus espaços.

Biografía del autor/a

  • Orlando Moreira Junior, Professor Adjunto da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS)
    Doutor em Geografia. Professor Adjunto da Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS)

Publicado

2018-11-20

Número

Sección

Artigos científicos

Cómo citar

MOREIRA JUNIOR, Orlando. CIDADES PEQUENAS NA FRONTEIRA: OS CASOS DE CARACOL E BELA VISTA, NO MATO GROSSO DO SUL, BRASIL. Boletim de Geografia, [S. l.], v. 36, n. 3, p. 108–123, 2018. DOI: 10.4025/bolgeogr.v36i3.36394. Disponível em: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/BolGeogr/article/view/36394. Acesso em: 14 jun. 2026.